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terça-feira, 10 de março de 2015

Historia do Basquete

O basquete no Brasil
Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens. Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).
Primeira equipe de basquete no Brasil, formada por Augusto Shaw no Colégio Mackenzie (SP), em 1896.

A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro. Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete. As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em1919, com a vitória do Flamengo. Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete. Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete. 

Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos. 
fonte: http://www.cbb.com.br/OBasquete/BasqueteBrasil

segunda-feira, 10 de março de 2014

Volei no Brasil

História do Vôlei no Brasil 



A chegada do Vôlei no Brasil

Conforme as pesquisas que realizamos em diversos livros, concluímos que a chegada do vôlei no Brasil tem duas versões. Uma é que o vôlei foi praticado pela primeira vez aqui, em 1915, no Colégio Marista de Recife.A outra é que o vôlei chegou ao Brasil entre 1916 e 1917, por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, versão brasileira da existente YMCA dos Estados Unidos.

Não se tendo exatamente como o vôlei entrou no país, o que se sabe de fato é que o primeiro clube brasileiro que adotou a modalidade foi o Fluminense. Em 1923, foi o clube das laranjeiras que organizou um torneio aberto para os membros da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres. Trinta anos mais tarde, em 1951, o ginásio do clube carioca realizou o Primeiro Campeonato Mundial Sul-americano de Vôlei. O Brasil foi o vencedor na época com as seleções masculinas e femininas.


Contudo, o grande passo para o crescimento do esporte no Brasil foi com a criação da Confederação Brasileira de Voleibol. Foi ela a responsável por promover cursos para difundir o esporte e também a responsável pelas criações de escolinha de vôlei. Em 1955, o Brasil estreava, juntamente com o vôlei, nos Jogos Pan-americanos, na Cidade do México. Dez anos mais tarde, em 1964, o Brasil também estava presente na estréia do vôlei no programa olímpico, nos Jogos de Tóquio, no Japão. Desde lá o Brasil sempre participou de todas as edições das Olimpíadas.

O Brasil entre os melhores


Em 1975, com um excelente trabalho realizado pela CBV, o Brasil entrava para o seleto grupo das grandes potências do vôlei. Isto ocorreu quando o presidente Carlos Arthur Nuzman (hoje presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) assumiu a presidência da CBV.

Nuzman apostou em um trabalho a longo prazo e no apoio a iniciativa privada. Com isso foi montada uma grande infra-estrutura que ajudou e muito para o surgimento de grandes revelações e conquistas para o vôlei brasileiro.

Sete anos depois que assumiu a presidência da CBV, Nuzman colhia os frutos de ter apostado no incentivo das empresas privadas. O Brasil conseguia uma inédita medalha de prata no Campeonato Mundial masculino, disputado em 1982, em Buenos Aires, na Argentina. Em 1984, o Brasil novamente teria uma grande participação com competições internacionais. Desta vez, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, perdendo na final para os norte-americanos. Nesta época, o então técnico Bernardinho era jogador daquela seleção.

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - 1980

O sucesso da seleção brasileira era tanto, que um amistoso contra a União Soviética foi realizado no estádio do Maracanã, no qual reuniu mais de 100 mil pessoas. Um recorde de público no cenário mundial do vôlei. Nesta época a seleção era composta pela geração conhecida como a “geração de prata” por: Bernard, Montanaro, Renan, Willian, Amauri, Fernandão, Domingos Maracanã, Bernardinho, entre outros.

Da geração de prata à geração de ouro

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - Barcelona, 1992

Em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha, uma nova geração entrava no cenário da seleção masculina de vôlei. A geração anterior, conhecida como a geração de prata, dava lugar a geração de ouro. Naquela Olimpíada, o tão sonhado ouro era conquistado pela seleção brasileira que tinha nomes como o de Tande, Marcelo Negrão, Giovani, Maurício, Paulão e Carlão.

Depois dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o Brasil entrava de vez no cenário mundial como favorito a conquistar as competições. Tanto que a seleção masculina nos anos seguintes conquistou vários títulos na Liga Mundial, no Mundial e na Copa do Mundo, além de mais um ouro olímpico.

Depois de Tande, Giovane e Paulão, surgiam nos anos 2000 estrelas que brilham e fizeram do Brasil atualmente a maior potência do vôlei no mundo com Giba, Serginho, Gustavo comandado pelo treinador multicampeão Bernardinho.

As meninas do vôlei brasileiro também brilham

As meninas do vôlei brasileiro também fizeram história no cenário mundial. Em 1996, elas entraram de verdade conquistando as medalhas de bronze em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, nos Estados Unidos e em 2000, nas Olimpíadas de Sydnei, na Austrália. Vários títulos no Grand Prix, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo foram coroados com a conquista da medalha de ouro olímpica, inédita até então no vôlei feminino, nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China, em 2008.







REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004.
- LIVRO: O Guia dos Curiosos: esportes 3ª ed. Marcelo Duarte, Editora Panda Books.
- LIVRO: Fique por Dentro – Esportes Olímpicos, Benedito Turco. - Rio de Janeiro. Casa da Palavra: COB, 2006.
- LIVRO: O que é vôlei, Silva Silveira, Armando Freitas. – Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
- SITE: Confederação Brasileira de Vôlei - http://www.cbv.com.br/
- SITE: Federação Paulista de Voleibol – http://www.fpv.com.br/
- SITE: Federação de Vôlei do Rio de Janeiro – http://www.voleirio.com.br/




FONTE: http://www.travinha.com.br/esportes-coletivos/59-volei/91-volei-no-brasil

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

O Brasil nos Jogos Olimpicos de Inverno


O Brasil nos Jogos




Meses antes de a Seleção Brasileira masculina de vôlei conquistar o primeiro ouro olímpico do país em esportes coletivos, nos Jogos Olímpicos de Verão de Barcelona, começava a história do Brasil em Jogos de Inverno. Pela última vez, os Jogos Olímpicos de Verão e Inverno foram disputados no mesmo ano. Sete atletas - seis homens e uma mulher - todos no esqui alpino, formaram a Delegação Brasileira em Albertville, na França, em 1992, mostrando que o espírito olímpico faz parte da cultura esportiva brasileira. Mesmo sem tradição em competições de inverno, devido às suas condições climáticas, o país levou atletas motivados muito mais pelo prazer e pela honra de competir do que de vencer.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/novo-esporte/a-historia-dos-jogos-de-inverno


História nos Jogos Olímpicos de Inverno

Em sua primeira participação em Albertville em 1992, o país levou 6 homens e 1 mulher, todos competindo no esqui alpino. Quatorze anos depois, em Turim 2006, Isabel Clark, praticante desnowboard, alcançou o melhor resultado histórico de participação brasileira (bem como latino-americana) nos Jogos de Inverno, ficando em nono lugar no snowboard em Turim 2006.


Fonte: Wikipedia.org

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Estilo de vida saudável como forma de prevenção de doenças


Estilo de vida saudável como forma de prevenção de doenças


"Estilo de Vida" é um conceito amplo que inclui a pessoa como um todo, e que tem muitos aspectos. Os aspectos do estilo de vida se combinam para influenciar a saúde individual em todas as áreas: física, mental, espiritual e social. O estilo de vida inclui as relações de trabalho, recreativas, e em casa e na família.

Porque é importante um estilo de vida saudável?
Um estilo de vida saudável ajuda a manter o corpo em forma e a mente alerta. Ajuda a nos proteger de doenças, e ajuda a impedir que as doenças crônicas piorem. Isto é importante, porque à medida que o corpo envelhece, começa-se a notar alterações nos músculos e nas articulações e um declínio na sensação de "força" física. Um estilo de vida saudável inclui a saúde preventiva, boa nutrição e controle do peso, recreação, exercícios regulares, e evitar substâncias nocivas ao organismo.
Um bom estilo de vida deve ser desenvolvido o mais cedo possível em sua vida - quanto mais jovem melhor; estes hábitos devem ser mantidos durante a vida adulta e na idade madura. Fatores modificáveis do estilo de vida são a causa de 50% das mortes (entre as 10 causas mais importantes), incluindo:
- Doenças cardíacas
- Câncer
- Derrame cerebral
- Acidentes
- Doença pulmonar crônica

Fonte: www.boasaude.com Sábado 6 de Abril de 2002.


Atividades

1.       Pra você o que pode ser considerado um estilo de vida saudável? (3 linhas)
2.       Você acha que atualmente você tem um estilo de vida saudável? Por quê? (3 linhas)
3.       Cite 5 hábitos ruins que não são considerados saudáveis. (2 linhas)

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

História do Futebol



Nesse 3o Bimestre vamos estudar sobre o Futebol e o Handebol. Vamos começar estudando um pouco da História do Futebol. 




Origem do futebol 

Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos. Existem relatos de jogos com bola semelhantes ao Futebol na China Antiga, Japão Antigo, Grécia e Roma.

Na Idade Média o Futebol era praticado em campos de grande dimensão (200 m2) e com grande número de jogadores (27 em cada equipe). Nesta época, no Império Romano, não existia regras das faltas, o que deixou o jogo extremamente violento. Existem relatos de mortes acontecidas dentro de campo. O jogo chegou a ser proibido por causa da bagunça, da desordem que provocava.

O grande marco que define de fato o surgimento do Futebol aconteceu no século XVII, na Inglaterra, quando os ingleses pegaram esse jogo violento e criaram regras que coibiam a violência. Criou-se o primeiro livro de regras do Football (Futebol em inglês). A bola era de couro e enchida com ar. Com regras claras e objetivas, o futebol começou a ser praticado por estudantes e filhos da nobreza inglesa. Aos poucos foi se popularizando.

Você sabia?

- Comemora-se em 19 de julho o Dia do Futebol.

sábado, 28 de julho de 2012

Sarah Menezes conquista a 1ª medalha de Ouro para o Brasil nestas Olimíadas

Fonte: espn.com.br

A judoca Sarah Menezes conquistou nesta tarde, 28 de junho de 2012, a medalha de ouro na categoria até 48kg, colocando seu nome na historia do esporte como a primeira judoca a conquistar um ouro nas Olimpiadas.
Parabéns garota! Nos deixou muito orgulhosos!!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Show de Messi

Dedico esse espaço a uma pequena homenagem ao craque Lionel Messi. Mais uma vez em um jogo contra a Seleção Brasileira, ele deu SHOW.
Sou fã assumido!!!


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Tchoukball

Ja ouviu falar do Tchoukball?

É uma esporte muuuuito interessante. Tive a oportunidade de conhecer e praticar em uma capacitação que fiz em São Paulo em 2011. Amei o esporte e trouxe um pouco aqui pra vocês. Abraços.

Tchoukball
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Tchoukball (pronuncia-se chukebol) é um esporte coletivo indoor sem contato físico desenvolvido na década de 1970 pelo biólogo suíço Dr. Hermann Brandt, com o objetivo de ser uma ferramenta para trazer paz às equipes.

História
O tchoukball foi criado após Dr. Hermann Brandt perceber que vários atletas se lesionavam na prática de atividades físicas. Dr. Brandt decidiu, então, criar um esporte que não permitisse contato físico, como forma de construir uma sociedade humana viável. O nome vem da união de "tchouk", o barulho que a bola faz ao bater no quadro, e "ball", bola em inglês.
Na década de 1980, o esporte se desenvolveu principalmente em Taiwan (onde hoje é o terceiro esporte mais popular). O país também sediou o primeiro torneio mundial, em 1984.
Este esporte se caracteriza por combinar elementos do handebol, do voleibol e da pelota basca. É gerido pela Federação Internacional de Tchoukball, fundada em 1971, que organiza campeonatos pelo mundo. A Federação tem hoje treze países-membro e vinte e três membros observadores.









Regras
O é composto por onze regras:
1.       O campo de jogo: o jogo é disputado numa partida em um campo de 26-29 m de comprimento por 15-17 m de largura com duas áreas próximas às linhas de fundo, com formato semi-circular de 3m de raio, nas quais é proibido pisar com a bola.
2.       O quadro: os tamanhos do quadro e da rede e a inclinação destes em relação ao solo devem respeitar as medidas da FITB. A rede deve estar totalmente esticada.
3.       A bola: deve ser redonda, com uma bexiga de borracha e coberta com couro.
4.       Os jogadores: cada equipe deve ter no máximo 12 jogadores, sendo sete titulares e cinco reservas. Substituições devem ocorrer em frente ao placar, e só são permitidas se um ponto for marcado. Os jogadores devem estar uniformizados e numerados (os números devem ser de 1 a 99).
5.       Os árbitros: três árbitros e um mesário administram a partida.
6.       A duração das partidas: cada partida é disputada em três períodos de quinze minutos (doze para feminino e juvenil). Após o apito final, todas as ações se invalidam (ainda que a bola esteja em movimento pelo ar).
7.       Faltas: tocar a bola com a perna, trocar mais de três passes, segurar a bola por mais de três segundos, obstruir o movimento do adversário e entrar na área proibida com a bola são algumas das ações que acarretam marcação de faltas.
8.       Marcação de pontos: uma equipe marca um ponto se a bola batida ao quadro volta e bate na perna de um adversário, no chão ou num adversário que perde o controle dela. Uma equipe concede um ponto à adversária se, entre outros, o jogador mira o quadro e erra, a bola bate no quadro e volta dentro da área proibida, fora da área de jogo ou no corpo do próprio jogador ou o jogador entra na área proibida para pegar a bola.
9.       Início e reinício do jogo: o time que inicia a partida é definido por sorteio. No segundo período, a outra equipe inicia. No terceiro, quem inicia é a equipe que estiver perdendo ou, em caso de empate, a mesma que iniciou o primeiro período. A cada ponto, a equipe que o sofreu reinicia o jogo, atrás da linha de fundo e ao lado do quadro em que o ponto foi marcado (ambos os quadros podem ser usados pelas duas equipes).
10.   Rebote faltoso: um rebote faltoso ocorre se a bola bate na armação de metal do quadro ou quando a bola não respeita o movimento esperado, de acordo com a forma com que o lançamento foi feito. Se a equipe adversária consegue segurar um rebote faltoso, o jogo continua. Caso contrário, o jogo para e a equipe defensora cobra um tiro livre direto no local onde a bola caiu.
11.   Comportamento perante os adversários, os árbitros e o público: os jogadores devem respeitar a Cartilha do . Em caso de violação, recebe um cartão amarelo do árbitro, que pode expulsar o jogador.

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