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domingo, 2 de agosto de 2015

Futsal: Fundamentos Técnicos Resumidos



Fundamentos técnicos do Futsal


 


Domínio= é a habilidade de recepcionar a bola. Pode ser feito com qualquer parte do corpo menos as mãos. Exemplos: pés, cocha, peito e cabeça.


Controle e Condução de Bola= é a habilidade de manter a bola sob seu domínio parado ou me movimento.


Passe= é a habilidade de direcionar a bola a outro jogador da equipe.


Drible e Finta= consistem em passar por um marcador para ter no final da jogada, a bola em sua posse. A diferença entre os dois é que o drible é feito com a posse de bola no início do lance, já a finta é feita sem a posse bola e chamada também de drible de corpo.


Finalização= são técnicas de direcionar a bola ao gol com intuito de pontuar. Pode ser feito com qualquer parte do corpo menos as mãos. Se feito com os pés é chamado de Chute, se feito com a cabeça é chamada de Cabeceio.


 


Fonte: http://futebol-de-salao.info/fundamentos-do-futsal.html

terça-feira, 10 de março de 2015

Historia do Volei no Brasil e no Mundo

Vôlei no Mundo

O vôlei foi inventado em 1895.

A ideia do vôlei surgiu em 1895, quando o americano William George Morgan, que assumira naquele ano a função de professor de educação física na faculdade YMCA (Associação Cristã de Moços) de Holyoke, Massachusetts (EUA), tentava criar uma nova competição em quadra coberta que pudesse ser praticada pelos seus alunos.

Antes de se formar na faculdade da YMCA em Springfield, Morgan conheceu James Naismith, que havia criado o basquete em 1891. No entanto, o basquete era muito intenso e com muito contato físico, o que era um atrativo para os jovens. E a intenção de Morgan era criar um jogo recreativo que ao mesmo tempo fosse competitivo e sem contato físico, para atrair o público mais velho. Morgan tinha seu esporte, batizado por ele de Mintonette.

No início de 1896, uma conferência foi organizada na faculdade YMCA de Springfield, na qual estiveram presentes todos os professores de educação física da YMCA. Morgan, então, foi convidado pela direção para fazer uma demonstração de seu jogo no ginásio recém-inaugurado da faculdade.

Após assistir à demonstração e ouvir as explicações de Morgan, o professor Alfred T. Halstead chamou a atenção para a ação do vôo da bola por cima da rede (voleio), sem tocar o chão, e propôs que o nome Mintonette fosse substituído por Volley Ball. O nome foi aceito por Morgan e pela conferência, permanecendo desta forma até 1952, quando o Comitê Administrativo da então Associação de Volley Ball dos Estados Unidos votou pela pronúncia do nome em apenas uma palavra, passando para a forma definitiva Volleyball

Em 1916, um artigo do Guia de Vôlei Spalding escrito por Robert C. Cubbon estimou que os praticantes de vôlei nos EUA já totalizava 200 mil. Naquele mesmo ano, a YMCA conseguiu que a NCAA (a maior liga de esportes universitários dos EUA) divulgasse o vôlei em seus artigos, contribuindo para o rápido crescimento do esporte entre os jovens universitários.

Em 1918, o número de jogadores por time foi limitado a seis e, em 1922, o número máximo de toques na bola permitido foi fixado em três. Até os anos 30, o vôlei foi praticado mais como uma forma de recreação e lazer, e houve poucas atividades internacionais e competições. Isso devido ao fato que havia diferentes regras em várias partes do mundo. Entretanto, campeonatos nacionais já eram disputados nos países da Europa oriental, para onde o esporte foi levado pelos soldados americanos a partir de 1915, na 1ª Guerra Mundial. Também em função da 1ª Guerra Mundial, o Egito foi o primeiro país africano a descobrir o vôlei.

Em 1924, houve uma demonstração de esportes americanos nas Olimpíadas de Paris (FRA) e o vôlei estava entre eles. No entanto, foi apenas em setembro de 1962, no Congresso de Sofia (Bulgária), que o vôlei foi admitido como esporte olímpico. Sua primeira disputa se realizou nas Olimpíadas de Tóquio (JAP), em 1964, com a presença de dez países no masculino - Japão, Romênia, Rússia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria, Holanda, Estados Unidos, Coréia do Sul e Brasil. O primeiro campeão olímpico masculino foi a Rússia, a Tchecoslováquia foi a vice e a medalha de bronze ficou com o Japão. No feminino, o Japão também levou o ouro. A Rússia ficou em segundo e a Polônia, em terceiro.




Vôlei no Brasil
A estréia do país em competições em solo europeu foi para a disputa do Campeonato Mundial de Paris (FRA), em 1956, quando a Seleção masculina foi comandada pelo técnico Sami Mehlinsky. O Brasil terminou na 11ª colocação.

Fonte: esportesonline.com.br



Não se tem registro de quando o vôlei chegou às terras brasileiras. Oficialmente, a primeira competição do esporte no país foi realizada em Recife (PE), em 1915, organizada pela Associação Cristã de Moços (ACM) local, e com regras e regulamento definidos. Assim, tudo leva a crer que o esporte já era praticado informalmente antes desta data. A partir daquele momento, entretanto, colégios de outras cidades pernambucanas passaram a ter o vôlei como uma de suas disciplinas de educação física. Dois anos depois, em 1917, o esporte chegou à ACM de São Paulo.

A primeira competição internacional da qual o Brasil participou foi o 1º Campeonato Sul-Americano, em 1951, mesmo antes da fundação da Confederação Brasileira de Volley Ball (CBV), em 1954. O Sul-Americano foi patrocinado pela então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), com o apoio da Federação Carioca de Volley Ball, e aconteceu no ginásio do Fluminense, no Rio de Janeiro, entre 12 e 22 de setembro daquele ano, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino.

Em 1954, a Confederação Brasileira de Voleibol foi criada com o objetivo de difundir e desenvolver o vôlei no país. Dez anos mais tarde, o vôlei brasileiro marcou presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, quando o esporte fez sua estréia na competição. Assim como no futebol o Brasil é o único país que disputou todas as Copas do Mundo, os sextetos nacionais masculinos de vôlei participaram de todas as edições das Olimpíadas.

Handebol no Brasil

Handebol no Brasil


Após a I Grande Guerra Mundial, um grande número de imigrantes alemães vieram para o Brasil estabelecendo-se na região sul por conta das semelhanças climáticas.
Dessa forma os brasileiros passaram a ter um maior contato com a cultura, tradição folclórica e por extensão as atividades recreativas e desportivas por eles praticadas, dentre os quais o então Handebol de Campo. Foi em São Paulo que ele teve seu maior desenvolvimento, principalmente quando em 26 de fevereiro de 1940 foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu primeiro presidente Otto Schemelling.
O Handebol de Salão somente foi oficializado em 1954 quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m).
Este Handebol praticado com 7 jogadores e em um espaço menor agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos - CBD órgão que congregava os Desportos Amadores a nível nacional, criou um departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
O handebol ficou restrito à São Paulo até a década de 60, quando o Professor Augusto Listello (francês) no curso internacional de Santos o mostrou a professores de outros estados em forma didática. Esses professores então o introduziram em seus colégios e assim começou a ser praticado em outros estados. Em 1971, o MEC, em face ao seu crescimento nas escolas inclui o handebol de sete entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEB’s e JUB’s). Com isso o handebol disseminou-se em todo o território nacional, com vários estados dividindo à partir daí os títulos nacionais.
Em 1973 a antiga CBD fez disputar em Niterói o 1º Campeonato Brasileiro Juvenil para ambos os sexos. No ano seguinte em Fortaleza iniciou-se a competição para adultos. Como também outros estados além de São Paulo passaram a disputar as competições de handebol, em 1980, um ano após a criação da Confederação Brasileira de Handebol, foi disputada a 1ª Taça Brasil de Clubes, na cidade de São Paulo, então sede da entidade. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou a medalha de ouro no feminino e no masculino. Em São Paulo, o Handebol é uma das modalidades mais praticadas, principalmente no meio estudantil. Os campeonatos promovidos pela Federação Paulista de Handebol, com excelente organização e índice técnico, têm levado grande público aos ginásios, com jogos transmitidos pela ESPN-Brasil para todo o Brasil.


HISTÓRIA DO HANDEBOL - 

 

História do Handebol

Atribui-se a invenção do Handebol ao professor Karl Schellenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim, durante a primeira guerra mundial. No iníco, o Handebol era praticado apenas por moças e as primeiras partidas foram realizadas nos arredores de Berlim. Os campos tinham 40x20m. Pouco depois em campos de dimensões maiores, o esporte passou a ser praticado por homens e logo se espalhou por toda a Europa.
Em 1927 foi criada a Federação Internacional de Handebol Amador, F.I.H.A. Mas, em 1946, durante o congreso de Copenhague (10 a 13 de julho), os suecos oficializaram seu Handebol de Salão para apenas 7 jogadores por equipe, passando a F.I.H.A. a denominar-se Federação Internacional de Handebol, F.I.H., e o jogo de 11 jogadores em segundo plano.
Em 1933 foi criada a federação alemã que, três anos depois, introduzia o Handebol nos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1954, a F.I.H. contava com 25 nações. No dia 26 de Fevereiro de 1940 foi fundada, em São Paulo, a Federação Paulista de Handebol, mas o esporte já era praticado no Brasil desde 1930. Até 1950, a sede da F.I.H. era na Suécia. Transferiu-se no ano seguinte para a Suíça.
A primeira vez que o Handebol foi disputado em uma olimpíada foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o Handebol feminino também passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

A Origem do Handebol
O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
O Supervisor de Educação Física Alemão, Holger Nielsen, adaptou o "Haanbold-Spiel" (Jogo de
Handebol) para ser jogado em quadras, na cidade de Ortrup em 1848, remodelando as regras e método como o jogo deveria ser praticado. Eventualmente os alemães desenvolveram o esporte e finalisaram as regras em 1897, onde atualmente é baseado o Handebol de Quadra (Indoor) e o Handebol Olímpico. Era uma forma de 7 jogadores por time, em uma quadra pouco maior do que a de Basquete, com gols de Futebol de 2m de altura por 2,5m de comprimento.
Na Suécia, em 1910, G. Wallstrom foi quem introduziu o Handebol. Na Alemanha, em 1912, Hirschmann (O Secretário Geral Alemão da Associação Internaciona de Futebol) tentou introduzir o Handebol em um jogo de "campo", seguindo as regras do Futebol. Durante 1915-1917, o Supervisor de Educação Física Max Heiser (1879-1921), introduziu o Handebol de Campo para as mulheres, sendo considerado o real criador do esporte, assim como Karl Schelenz (1890-1956), um professor de esportes da Escola Superior de Educação Física é considerado o fundador do Handebol. Karl Schelenz foi o responsável pelo desenvolvimento do Handebol na Alemanha, Austria e Suiça, onde ele foi treinador.

O handebol é um esporte coletivo que foi criado pelo professor alemão Karl Schelenz, no ano de 1919. Após ter as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, o esporte começou a ser praticado de forma competitiva em países como, por exemplo,  Áustria, Suíça e Alemanha.
Nesta fase inicial, as partidas de handebol eram realizadas em campos gramados parecidos com de futebol. Assim como no futebol de campo, cada equipe de handebol era composta por onze jogadores.
No ano de 1925, foi realizada a primeira partida internacional de handebol, entre as equipes da Alemanha e da Áustria. Os austríacos levaram a melhor, vencendo os alemães por 6 a 3.
Fatos importantes da história do handebol:
- Em 1934, o COI (Comitê Olímpico Internacional) inclui o handebol como esporte Olímpico.
- Nas Olimpíadas de Berlim (1936), seis países disputaram a medalha de ouro. A Alemanha tornou-se campeã, após derrotar a Áustria por 10 a 6.
- Em 1938, foi disputado, na Alemanha, o primeiro campeonato mundial de handebol.
- Em 18 de julho de 1946, foi fundada a IHF (International Handball Federation), atualmente com sede na cidade de Basiléia (Suíça).
- No ano de 1966, os jogos de handebol em campo gramado foram descontinuados, passando o esporte ser realizado somente em salão.
- Após um período sem participação, o esporte volta a fazer parte das Olimpíadas nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. Porém, com regras reformuladas e partidas disputadas em quadra.
- Atualmente o esporte é praticado em 183 países, envolvendo mais de um milhão de equipes e trinta milhões de profissionais (jogadores, treinadores e outros profissionais do esporte).
Curiosidade: Embora seja praticado por milhares de pessoas em nosso país, a equipe brasileira ainda não conseguiu ganhar medalha olímpica, nem título mundial no handebol.

HISTÓRIA DO HANDEBOL - Ano á Ano


Handebol ao longo dos Anos

  • 1931 - Fundação da Associação Alemã de Handball (16/03) - Presidente José Hollander. Primeiro Jogo Interestadual: Turnerschaft von 1890 de SP x Deutscher Turn und Sportverein do RJ, com vitória da equipe de SP.
  • 1940 - O desenvolvimento do Handebol é mais visível em SP. Assim sendo, em 26 de fevereiro foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu 1 ° Presidente Otto Schemelling.
  • 1954 - O Handebol de Salão foi oficializado quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol, que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m). Este Handebol praticado com
    7 jogadores e em um espaço menor, agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos-CBD, órgão que congregava os esportes amadores em âmbito nacional, criou um Departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
  • 1971 - A efetiva difusão do Handebol em todos os Estados aconteceu a partir da inclusão do esporte nos III Jogos Estudantis Brasileiros - JEBS, realizado em Belo Horizonte-MG. 1972 Inclusão do Handebol nos Jogos Universitários Brasileiros - JUBs realizados em Fortaleza-CE. Nos JEBs de 1972, o Handebol teve a participação de aproximadamente 10 equipes femininas e 12 masculinas.
  • 1973 - IV JEBs em Maceió-AL, com 16 equipes femininas e 20 masculinas.
  • 1973 - I Campeonato Brasileiro Juvenil feminino e masculino, em Niterói-RJ.
  • 1974 - Realiza-se a primeira disputa adulta de nível nacional.
  • 1976 - Cria-se o I Campeonato Brasileiro de Handebol Masculino Adulto com colocações de destaque por representações do Nordeste do país: 1º Maranhão e 2º Paraíba.
  • 1978 - O I Campeonato Brasileiro de Handebol Feminino Adulto teve em primeiro a seleção do Amazonas e, em segundo, a de Pernambuco, o que confirmou a expansão do Handebol por todo o Brasil.

 CBHb - Fundação


Fundação da CBHb

  • 1979 - Em primeiro de junho: Fundação da Confederação Brasileira 
    de Handebol - CBHb.
Até esta data o Handebol Brasileiro fazia parte da Confederação Brasileira de Desportos - CBD. A desvinculação da CBD foi para atender uma determinação da nova
legislação esportiva à época. Neste estágio, já existiam algumas Federações Estaduais que fizeram parte da transição e portanto são consideradas fundadoras da CBHb: Federação Paulista de Handebol; Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro; Federação Maranhense de Handebol; Federação Pernambucana de Handebol; Federação Cearense de Handebol; Federação Gaúcha de Handebol e Federação Paraense de Desportos. Estas entidades e as outras que compareceram na Assembléia de Eleição no dia 22 de agosto de 1979 no Rio de Janeiro, são também consideradas fundadoras a saber: Federação Paranaense de Handebol; Federação
Mineira de Handebol; Federação Amazonense de Handebol, Federação Sergipana de Handebol e Federação Paraibana de Handebol. O fato da sigla ter o “b” minúsculo após o “H” em CBHb deu-se em função da Confederação Brasileira de Hipismo ser mais antiga e, portanto, já existir a sigla CBH já registrada no então Conselho Nacional de Desportos - CND. O primeiro Presidente da CBHb foi o Professor Jamil André de São Paulo, Professor de Handebol da Universidade de São Paulo - USP, técnico de clubes e inclusive da Seleção Brasileira. A primeira sede da CBHb foi na cidade de São Paulo. O segundo Presidente foi o Professor José Maria Teixeira, alagoano que residia no Rio de Janeiro e que, além de Professor da modalidade, era o Coordenador de Handebol nos Jogos Escolares Brasileiros. Ao se transferir para trabalhar na Universidade Federal de Alagoas, Professor Teixeira trouxe com ele a sede da CBHb para Maceió-AL.

            1991 Á Situação Atual


1991 a Situação Atual

  • 1991 - As Seleções  Masculina e Feminina, participam pela primeira vez dos Campeonatos Mundiais Juniores, respectivamente na Grécia e na França.
  • 1992 - A Seleção Brasileira Masculina participa pela primeira vez dos Jogos Olímpicos, na edição de Barcelona.
  • 1993 - As regras do Beach Handball são aprovadas em 1 de agosto pela IHF.
  • 1994 - Realiza-se pela primeira vez a Curitiba International Cup em Curitiba-PR, um dos principais torneios de Handebol do mundo.
  • 1994 - O Prof. Manoel Luiz Oliveira, Presidente da CBHb participando do XXV Congresso da IHF, na cidade de Amsterdã (Holanda), teve seu primeiro contato com as novas regras da modalidade.
  • 1995 - A CBHb envia ao COB a sugestão de incluir o Beach Handball no Festival Olímpico de Verão. Participaram Brasil (Campeão), Argentina (Vice-Campeã), Itália e Portugal.
  • 1995 - A Confederação Brasileira de Handebol, realiza em Aracaju, o Campeonato Mundial Junior Feminino.
  • 1995 - A Federação de Handebol do Rio de Janeiro realiza o I Campeonato Brasileiro de Beach Handball Masculino. Classificação: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal.
  • 1996 - O Brasil recebe por escolha unânime da Assembléia Geral da Federação Internacional de Handebol, o Troféu Hans Baumann, como o país que contribui de forma excepcional para o desenvolvimento do Handebol. Este prêmio foi entregue pela primeira vez em 1972. A Seleção Brasileira Masculina participa dos Jogos Olímpicos de Atlanta.
  • 1996 - É realizado o II Campeonato Brasileiro de Beach Handball Masculino em Cabo Frio, Rio de Janeiro O Paraná sagrou-se campeão, seguido pelo Amazonas, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
  • 1996 - O Beach Handball integra o programa do Festival Olímpico de Verão no RJ. O título ficou com a equipe italiana; Cuba ficou com o vice; Brasil foi o terceiro e Canadá, o último colocado.
  • 1997 - Mudanças decididas pelo Conselho IHF constituem em uma parte fundamental pela adaptação às regras do Handebol de Praia.
  • 1999 -  O atleta Bruno Souza (RJ), um dos melhores atletas brasileiros, transfere-se para a Alemanha.
  • 2000 - A Seleção Brasileira Feminina participa pela primeira vez dos Jogos Olímpicos na edição de Sidney.
  • 2001 - I Campeonato Mundial de Beach Handball em Akita, no Japão. O evento fez parte dos VI World Games. O Brasil ficou com a medalha de bronze tanto no masculino quanto no feminino.
  • 2003 - A Confederação Brasileira de Handebol realiza o Campeonato Mundial de Handebol Júnior Masculino (Foz do Iguaçu – PR) e conquista o Título de Campeão dos Jogos Pan-Americanos Masculino e Feminino (República Dominicana – Santo Domingo) e classifica pela primeira vez as duas equipes para os Jogos Olímpicos
    de Atenas em 2004. O atleta Bruno Souza, recebe o prêmio Brasil Olímpico, como o melhor atleta de Handebol de 2003.
  • 2003 - A Curitiba International Cup completa 10 anos de realização com a marca de 1081 equipes tendo participado do evento em 3.033 jogos e assinalados 70.788 gols
  • 2004 - O atleta Bruno Souza entra na relação dos 10 melhores jogadores do mundo, no Ranking da Federação Internacional do qual se escolhe o melhor atleta do ano. Neste ano, a sede da CBHb continua em Aracajú-SE, seguindo diretriz estabelecida a pedido do Presidente da entidade em sua Assembléia Geral. O terceiro e atual Presidente da Confederação é o Prof. Manoel Luiz Oliveira que também era Técnico de Escolas e Clubes, com participação em seleções Brasileiras
    como Assistente Técnico no I Campeonato Pan-Americano Adulto Masculino realizado na cidade do México e, como Supervisor no campeonato Pan-Americano realizado em Manaus-AM.

    Situação Atual:
  •  O Brasil atualmente tem a hegemonia do Handebol no Continente Americano nas Categorias Masculinas e Femininas, que se confirmou com a participação nos Jogos Olímpicos de Atenas - 2004.
 No nível mundial, a Categoria Feminina já se situa entre as melhores seleções nacionais (COB, 2002). Estas posições resultam do trabalho de base que se prolonga desde 1971, com a ênfase posta nos Jogos Estudantis Brasileiros. Porém, no estágio atual, uma melhor posição no cenário mundial dependerá de uma profissionalização dos Dirigentes, Técnicos, Atletas e Árbitros que atuam na modalidade. A instituição da Equipe Olímpica Permanente da CBHb em 2002 é um passo fundamental para se enfrentar o desafio de uma subida adicional na escala internacional, dado a que são mantidos em treinamento controlado 60 atletas das categorias adulta, masculina e feminina. Hoje também a CBHb cadastra 55.011 atletas registrados, ao passo que em 2000 este quantitativo era de 53.198 (dados de COB, 2003). Em termos mais gerais, os praticantes brasileiros constituem a quinta maior posição do mundo como se aprecia pela Tabela 1, totalizando cerca de 201.048 com vínculos em 687 clubes e 7.774 equipes (dados da IHF, 2003). Neste números, a vantagem masculina não é tão significativa com ocorre em outros esportes de quadra, explicando em parte os bons resultados da categoria feminina. Em resumo, a profissionalização em andamento no Handebol brasileiro permitirá progressivamente assumir espaços na mídia e
a obtenção de investimentos de patrocinadores, passos necessários a consolidar a modalidade entre as maiores do país. E neste sentido, os avanços atuais a destacar são:
• O início em 1991 de participações nos Campeonatos Mundiais Juniores Masculino e Feminino. – O Brasil esteve representado em todos os Campeonatos posteriores.
• A realização de vários Torneios Regionais de Handebol, além do Calendário Oficial da CBHb.
• 27 Estados possuem Federações e estão filiadas à CBHb, realizando seus Calendários Estaduais.
• A inclusão do Beach Handebol nos eventos Nacionais, tendo o Itajaí Handball Cup como um dos maiores eventos do País.
• A participação e a realização de Campeonatos Sul-Americanos, Pan-Americanos e Mundiais nas Categorias e Base.
• Realização dos Campeonatos Mundiais Juniores Feminino (Aracajú / 1995) e Masculino (Foz do Iguaçu /2003).
• A posição de destaque obtida pelo Prof. Manoel Luiz Oliveira, hoje ocupando a Presidência da Federação Pan-Americana de Handebol
e a Vice-presidência da Federação Internacional de Handebol.

Historia do Basquete

O basquete no Brasil
Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens. Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).
Primeira equipe de basquete no Brasil, formada por Augusto Shaw no Colégio Mackenzie (SP), em 1896.

A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro. Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete. As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em1919, com a vitória do Flamengo. Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete. Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete. 

Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos. 
fonte: http://www.cbb.com.br/OBasquete/BasqueteBrasil

quarta-feira, 26 de março de 2014

Resumo Revisão para a prova 8o e 9o ano

Balanço Calórico

É uma formula matemática utilizada para analisar o gasto energético de uma pessoa em um dia. É através deste mecanismo que o nosso organismo controla o peso.

BC = EI – EG 

Balanço Calórico é o resultado da diferença entre a Energia Ingerida e a Energia Gasta durante um dia, em quilocalorias (Kcal).

Quando vamos dormir ao final do dia, nosso cérebro faz essa continha. Quando o resultado dá negativo (BC<0) significa que o organismo gastou mais energia do que ingeriu, essa energia gasta a mais é reposta com a energia retirada das reservas energéticas (gorduras).

Quando o resultado é positivo (BC<0), ou seja, o organismo ingeriu mais energia do que gastou. Sendo assim, como mecanismo de defesa, nosso organismo não desperdiça energia, logo esta energia em excesso é armazenada como gordura (nas nossas reservas energéticas).

Quando o resultado dá nulo (BC=0), nada se modifica, ou seja, o peso se mantém.

BC<0 -> retira energia das reservas -> perdemos peso

BC=0 -> o peso se mantém

BC>0 -> o excesso de energia é armazenado como gordura -> engordamos


Exemplo: Juliana ingeriu 3700kcal em um dia. Nas suas atividades diárias, gastou 2500kcal.

Resposta: Calculamos o BC dela.

BC= Energia Ingerida – Energia Gasta

BC= 3700 – 2500= 1200kcal

O resultado BC=1200kcal é positivo (BC>0). Logo sobrou energia, que será armazenada como gordura no tecido adiposo de Juliana. Com isso, ela engordará.


Atividades
1. O que é Balanço Calórico? (2 linhas)

2. Explique os diferentes resultados do BC:

a) BC=0

b) BC>0

c) BC<0

3. Calcule o BC dos indivíduos abaixo e aponte qual a conseqüência para o organismo.

a) João ingeriu 3500 kcal e gastou 1500 kcal

b) Flávinha comeu 1700 kcal e gastou 2000kcal



Nutrição

Nutrição é a ciência que estuda a nossa alimentação. Estuda todo o processo que o alimento passa pelo organismo até a sua eliminação.

Leis da Nutrição

Lei da quantidade= a alimentação deve ser suficiente para suprir as necessidades energéticas do organismo.

Lei da qualidade= a alimentação deve conter todos os nutrientes que o corpo precisa.

Lei da harmonia= a alimentação deve conter todos os nutrientes nas proporções corretas, de acordo com sua importância para o organismo.

Lei da adequação= a alimentação deve ser adequada à realidade do individuo (idade, condição econômica e localidade).

A nossa alimentação deve ser quantitativamente suficiente, conter todos os nutrientes nas proporções corretas e adequada com a realidade da pessoa.

Atividades
1. O que é Nutrição? (2 linhas)

2. Quais são as leis da nutrição? (2 linhas)

3. Como deve ser nossa alimentação de acordo com as leis da nutrição? (3 linhas)

segunda-feira, 10 de março de 2014

Volei no Brasil

História do Vôlei no Brasil 



A chegada do Vôlei no Brasil

Conforme as pesquisas que realizamos em diversos livros, concluímos que a chegada do vôlei no Brasil tem duas versões. Uma é que o vôlei foi praticado pela primeira vez aqui, em 1915, no Colégio Marista de Recife.A outra é que o vôlei chegou ao Brasil entre 1916 e 1917, por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, versão brasileira da existente YMCA dos Estados Unidos.

Não se tendo exatamente como o vôlei entrou no país, o que se sabe de fato é que o primeiro clube brasileiro que adotou a modalidade foi o Fluminense. Em 1923, foi o clube das laranjeiras que organizou um torneio aberto para os membros da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres. Trinta anos mais tarde, em 1951, o ginásio do clube carioca realizou o Primeiro Campeonato Mundial Sul-americano de Vôlei. O Brasil foi o vencedor na época com as seleções masculinas e femininas.


Contudo, o grande passo para o crescimento do esporte no Brasil foi com a criação da Confederação Brasileira de Voleibol. Foi ela a responsável por promover cursos para difundir o esporte e também a responsável pelas criações de escolinha de vôlei. Em 1955, o Brasil estreava, juntamente com o vôlei, nos Jogos Pan-americanos, na Cidade do México. Dez anos mais tarde, em 1964, o Brasil também estava presente na estréia do vôlei no programa olímpico, nos Jogos de Tóquio, no Japão. Desde lá o Brasil sempre participou de todas as edições das Olimpíadas.

O Brasil entre os melhores


Em 1975, com um excelente trabalho realizado pela CBV, o Brasil entrava para o seleto grupo das grandes potências do vôlei. Isto ocorreu quando o presidente Carlos Arthur Nuzman (hoje presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) assumiu a presidência da CBV.

Nuzman apostou em um trabalho a longo prazo e no apoio a iniciativa privada. Com isso foi montada uma grande infra-estrutura que ajudou e muito para o surgimento de grandes revelações e conquistas para o vôlei brasileiro.

Sete anos depois que assumiu a presidência da CBV, Nuzman colhia os frutos de ter apostado no incentivo das empresas privadas. O Brasil conseguia uma inédita medalha de prata no Campeonato Mundial masculino, disputado em 1982, em Buenos Aires, na Argentina. Em 1984, o Brasil novamente teria uma grande participação com competições internacionais. Desta vez, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, perdendo na final para os norte-americanos. Nesta época, o então técnico Bernardinho era jogador daquela seleção.

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - 1980

O sucesso da seleção brasileira era tanto, que um amistoso contra a União Soviética foi realizado no estádio do Maracanã, no qual reuniu mais de 100 mil pessoas. Um recorde de público no cenário mundial do vôlei. Nesta época a seleção era composta pela geração conhecida como a “geração de prata” por: Bernard, Montanaro, Renan, Willian, Amauri, Fernandão, Domingos Maracanã, Bernardinho, entre outros.

Da geração de prata à geração de ouro

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - Barcelona, 1992

Em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha, uma nova geração entrava no cenário da seleção masculina de vôlei. A geração anterior, conhecida como a geração de prata, dava lugar a geração de ouro. Naquela Olimpíada, o tão sonhado ouro era conquistado pela seleção brasileira que tinha nomes como o de Tande, Marcelo Negrão, Giovani, Maurício, Paulão e Carlão.

Depois dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o Brasil entrava de vez no cenário mundial como favorito a conquistar as competições. Tanto que a seleção masculina nos anos seguintes conquistou vários títulos na Liga Mundial, no Mundial e na Copa do Mundo, além de mais um ouro olímpico.

Depois de Tande, Giovane e Paulão, surgiam nos anos 2000 estrelas que brilham e fizeram do Brasil atualmente a maior potência do vôlei no mundo com Giba, Serginho, Gustavo comandado pelo treinador multicampeão Bernardinho.

As meninas do vôlei brasileiro também brilham

As meninas do vôlei brasileiro também fizeram história no cenário mundial. Em 1996, elas entraram de verdade conquistando as medalhas de bronze em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, nos Estados Unidos e em 2000, nas Olimpíadas de Sydnei, na Austrália. Vários títulos no Grand Prix, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo foram coroados com a conquista da medalha de ouro olímpica, inédita até então no vôlei feminino, nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China, em 2008.







REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004.
- LIVRO: O Guia dos Curiosos: esportes 3ª ed. Marcelo Duarte, Editora Panda Books.
- LIVRO: Fique por Dentro – Esportes Olímpicos, Benedito Turco. - Rio de Janeiro. Casa da Palavra: COB, 2006.
- LIVRO: O que é vôlei, Silva Silveira, Armando Freitas. – Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
- SITE: Confederação Brasileira de Vôlei - http://www.cbv.com.br/
- SITE: Federação Paulista de Voleibol – http://www.fpv.com.br/
- SITE: Federação de Vôlei do Rio de Janeiro – http://www.voleirio.com.br/




FONTE: http://www.travinha.com.br/esportes-coletivos/59-volei/91-volei-no-brasil

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

RESUMÃO DAS REGRAS DE VOLEIBOL

RESUMO DAS REGRAS DE VOLEIBOL

ÁREA DE JOGO 
A quadra de jogo é um retângulo medindo 18m x 9m, circundada por uma zona livre de no mínimo 3m de largura em todos os lados.

A superfície deve ser plana, horizontal e uniforme.
1.2.2 Em quadras cobertas, a superfície da área de jogo deve ser de cores claras.
1.3.4  Linha de ataque
  Em cada quadra uma linha de ataque, cuja extremidade posterior é desenhada a 3m de distância do eixo da linha central, marca a zona de frente.

TEMPERATURA
 A temperatura mínima não pode ser inferior a 10°C (50F).  Para as Competições Mundiais e Oficiais FIVB, a temperatura máxima não pode exceder 25°C (77°F) e a mínima não pode ser inferior a 16°C (61°F).

ALTURA DA REDE
2.1.1 Colocada verticalmente sobre a linha central instala-se a rede cuja parte superior é ajustada a 2,43m para os homens e 2,24m para as mulheres.
As antenas são consideradas como parte da rede e delimitam lateralmente o espaço de cruzamento.
Os postes que sustentam a rede são colocados a uma distância externa de 0,5m a 1m de cada linha lateral. Eles tem 2,55m.

EQUIPES
4.1 COMPOSIÇÃO
A equipe é constituída  de até 12 jogadores, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico e um médico.
Somente os jogadores registrados na súmula podem entrar na quadra e participar da partida.

UNIFORME
  O uniforme dos jogadores consiste em camiseta, calção, meias (o uniforme) e calçado esportivo.
4.3.1 A cor e o feitio das camisetas, calções e meias devem ser iguais para a equipe (exceto para o Líbero).
As camisetas dos jogadores devem estar numeradas de 1 até 18.
O capitão da equipe deve ter na sua camiseta uma fita de 8 x 2cm sublinhando o número, no peito.
Os jogadores podem usar óculos, por sua própria conta e risco.

Ambos o capitão da equipe e o técnico são responsáveis pela conduta e disciplina dos membros de sua equipe.
  Os Líberos não podem ser os capitães da equipe.

6.1 PARA MARCAR UM PONTO
6.1.1 Ponto
 Uma equipe marca um ponto:
6.1.1.1  quando é bem sucedida em fazer a bola tocar a quadra adversária;
6.1.1.2  quando a equipe adversária comete uma falta;
6.1.1.3  quando a equipe adversária recebe uma penalidade.

Falta 
          Uma equipe comete uma falta ao fazer uma ação contrária às regras (ou às violando de outra maneira). Os árbitros julgam as faltas e determinam as penalidades de acordo com as regras.  
6.1.2.1 Se duas ou mais faltas são cometidas sucessivamente, somente a primeira é contada.
6.1.2.2 Se duas ou mais faltas são cometidas por adversários, simultaneamente, uma FALTA DUPLA é marcada e o “rally” repetido.

Rally e rally completo
  Um “rally” é a seqüência de ações de jogo desde o momento do golpe do saque pelo sacador até a bola estar fora de jogo.  Um  rally completo é a seqüência de ações de jogo, que resultam num ponto.

Um set (exceto o decisivo, 5º set) é vencido pela equipe que primeiro marcar 25 pontos com uma diferença mínima de 2 pontos. Em caso de empate
em 24 x 24, o jogo continua até que uma diferença de dois pontos seja atingida (26 x 24, 27 x 25; ...)

A partida é vencida pela equipe que vencer três sets.
Em caso de  empate em 2 x 2 em sets, o set decisivo (5º) é jogado até 15 pontos com uma diferença mínima de dois pontos.

Se uma equipe recusar-se a jogar, após ser intimada, ela é declarada ausente e perde a partida com o resultado 0 x 3 para a partida e 0 x 25 para cada set

FORMAÇÃO DAS EQUIPES
Deve sempre haver seis jogadores em jogo por equipe.
   A formação inicial da equipe indica a ordem de rotação dos jogadores na quadra. Esta ordem deve ser mantida durante todo o set.

A posição dos jogadores é numerada como segue:
três jogadores junto à rede são os jogadores da  linha de frente e ocupam as posições 4(frente-esquerda), 3(frente-centro) e 2(frente-direita). 
Os outros três são os jogadores da linha de trás ocupando as posições 5(atrás-esquerda), 6(atrás-centro) e 1(atrás-direita).

Uma falta de posição leva às seguintes conseqüências:
7.5.4.1 a equipe é punida com um ponto e saque para o adversário;

Quando a equipe receptora ganha o direito de sacar, seus jogadores rotam uma posição no sentido dos ponteiros do relógio: jogador na posição 2 rota para a posição 1 para sacar, jogador da 1 rota para a 6, etc.

Falta na rotação:
- a equipe é punida com um ponto e saque para o adversário;
- a ordem de rotação do jogadores é retificada.

BOLA "DENTRO"
A bola é  "dentro" quando toca o piso da quadra, incluindo as linhas de delimitação.

BOLA "FORA"
a parte da bola que toca o solo está totalmente fora das linhas de delimitação; toca um objeto fora da quadra, o teto ou uma pessoa fora do jogo; toca as antenas, cabos de fixação, postes ou a própria rede fora das antenas/faixas laterais; cruza o plano vertical da rede, total ou parcialmente fora do espaço de cruzamento; cruza completamente o espaço inferior sob a rede.

Um toque é qualquer contato com a bola por um jogador em jogo. A equipe tem direito a um máximo de três toques (além do bloqueio). Se mais forem usados, a equipe comete a falta de: “QUATRO TOQUES”.Um jogador não pode tocar a bola duas vezes consecutivamente

Dentro da área de jogo não é permitido a um jogador apoiar-se em um jogador de sua equipe ou qualquer estrutura/objeto para golpear a bola.


A bola pode ser tocada com qualquer parte do corpo. A bola pode tocar várias partes do corpo, contanto  que estes contatos ocorram simultaneamente.

Exceções:
9.2.3.1  no bloqueio, contatos consecutivos podem ocorrer entre um ou mais jogadores, desde que estes contatos ocorram durante a mesma ação;
9.2.3.2 no primeiro toque da equipe, a bola pode tocar várias partes do corpo consecutivamente, contanto que os contatos ocorram durante a mesma ação

Se a bola rasga as malhas da rede ou a derruba, o  "rally" é anulado e repetido.

É permitido tocar a quadra adversária com qualquer parte do corpo acima dos pés, desde que isto não interfira no jogo do adversário.

O contato de um jogador com a rede não é falta, a  não ser quando interfere na jogada.
Quando a bola é dirigida para a rede e causa um contato da rede com um adversário, não há falta.

Os jogadores da equipe sacadora não podem impedir os adversários, através de barreira individual ou coletiva, de verem o sacador ou a
trajetória aérea da bola.

Todas as ações que enviem a bola para o adversário, exceto o saque e o bloqueio, são consideradas como golpes de ataque.

Um jogador de trás pode completar um ataque a qualquer altura atrás da zona de frente
Um jogador de trás também pode completar um golpe de ataque na zona de frente se, no momento do contato, parte da bola está abaixo do topo da rede.

Nenhum jogador pode completar um golpe de ataque ao saque adversário, quando a bola está na zona de frente e completamente acima do bordo superior da rede. (não pode atacar ou bloquear o saque adversário)

Somente aos jogadores da linha de frente é permitido completar um bloqueio, mas no momento do contato com a bola, parte do corpo deve estar mais alta do que o topo da rede.

Uma interrupção é o tempo entre um rally completo e o apito do 1º árbitro para o próximo saque.

Cada equipe tem direito ao máximo de dois "tempos" e seis substituições em cada set.

Um jogador EXPULSO ou DESQUALIFICADO, deve ser substituído
através de uma substituição legal. Se isto não for  possível, a equipe é declarada INCOMPLETA

O Líbero não pode ser nem o capitão da equipe nem o capitão em jogo ao mesmo tempo em que desempenha a função de Líbero.
Os jogadores Líberos devem usar um uniforme (ou jaleco/peitilho para o Líbero re-designado) cujas camisetas, no mínimo, devem contrastar na cor com os demais membros da equipe. O uniforme do Líbero pode ter um feitio diferente, mas deve estar numerado como os demais membros da equipe.
Ele está restrito a atuar como um jogador na linha de trás e não está autorizado a completar um golpe de ataque de qualquer lugar.
Ele não pode sacar, bloquear ou tentar bloquear.

CARTÕES DE PUNIÇÕES
 Advertência:   verbal ou sinal manual, sem cartão
 Penalidade:  cartão amarelo
 Expulsão:  cartão vermelho
 Desqualificação: cartões amarelo e vermelho (juntos)

A equipe de arbitragem para uma partida é composta  dos seguintes
árbitros:
 - o primeiro árbitro
 - o segundo árbitro
 - o apontador
 - quatro(dois) juízes de linha

Somente o 1º e o 2º árbitros podem apitar durante a partida:

1º arbitro decide sobre:
  a) as faltas do sacador e de posição da equipe sacadora, inclusive
barreira;
 b) as faltas no toque da bola;
 c) as faltas no bordo superior e acima da rede;
           d) as faltas no ataque do Líbero e dos jogadores da linha da trás;

 e) um ataque completo feito por um jogador a uma bola acima da altura
da rede proveniente de um passe de voleio (toque) de um Líbero que está na
zona de frente dele/dela.
 f) a bola cruzando completamente o espaço inferior sob a rede.
  g) o bloqueio completo de um jogador de trás ou a tentativa de bloqueio
do Líbero.

Durante o jogo, o segundo árbitro decide, apita e sinaliza:
- penetração na quadra do adversário e o espaço sob a rede; faltas de posição da equipe receptora;
-  o contato faltoso do jogador com a rede em sua parte inferior e com a antena do seu lado da quadra;
- o bloqueio completo dos  jogadores da linha de trás ou uma tentativa de bloqueio do Líbero; ou o ataque faltoso dos jogadores de trás ou do Líbero
- o contato da bola com um objeto fora do jogo.
- o contato da bola com o solo, quando o primeiro árbitro não está em posição de ver o contato.

- a bola que cruza a rede total ou parcialmente por  fora do espaço de cruzamento para a quadra adversária ou toca a antena do seu lado.

O Brasil nos Jogos Olimpicos de Inverno


O Brasil nos Jogos




Meses antes de a Seleção Brasileira masculina de vôlei conquistar o primeiro ouro olímpico do país em esportes coletivos, nos Jogos Olímpicos de Verão de Barcelona, começava a história do Brasil em Jogos de Inverno. Pela última vez, os Jogos Olímpicos de Verão e Inverno foram disputados no mesmo ano. Sete atletas - seis homens e uma mulher - todos no esqui alpino, formaram a Delegação Brasileira em Albertville, na França, em 1992, mostrando que o espírito olímpico faz parte da cultura esportiva brasileira. Mesmo sem tradição em competições de inverno, devido às suas condições climáticas, o país levou atletas motivados muito mais pelo prazer e pela honra de competir do que de vencer.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/novo-esporte/a-historia-dos-jogos-de-inverno


História nos Jogos Olímpicos de Inverno

Em sua primeira participação em Albertville em 1992, o país levou 6 homens e 1 mulher, todos competindo no esqui alpino. Quatorze anos depois, em Turim 2006, Isabel Clark, praticante desnowboard, alcançou o melhor resultado histórico de participação brasileira (bem como latino-americana) nos Jogos de Inverno, ficando em nono lugar no snowboard em Turim 2006.


Fonte: Wikipedia.org

A importância dos alongamentos

A importância dos alongamentos
Por Patrícia Bressan Gennari.

    O que é o alongamento?
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões. Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas. Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:


-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
-preparam o corpo para atividades físicas;
- Ativam a circulação.


No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda. Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV. Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
 Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.
Dicas para Alongamentos
  1. Se for inseguro para realizá-los procure um professor de educação física nível superior ou uma boa academia (Como a Korpus!!!) o mais perto de sua casa para obter auxilio;
  2. Escolha posições seguras para realizá-los mantendo um bom alinhamento corporal;
  3. Alongue-se até sentir uma sensação de tensão. Se por acaso sentir dor intensa, a posição deve ser relaxada para evitar micro lesões na musculatura. Toda pessoa deve respeitar seus limites e aumentar lenta e gradualmente a intensidade dos exercícios;
  4. Mantenha o alongamento de 10-60 segundos por articulação. Evite balançar-se na execução (pois assim estará estimulando um reflexo de contração ao invés do propósito de alongar);
  5. Faça um pré-aquecimento (pode ser uma pequena caminhada ou uma pedalada de 5-10 min antes de realizá-los .Os melhores resultados ocorrem quando eles estão mais estimulados, fazendo também no resfriamento após os exercícios ;
  6. Mantenha uma regularidade de 3-5 vezes por semana a fim de obter bons resultados no ganho de flexibilidade.
Fontes consultadas:
Revista Saúde é vital! Estique a sua saúde. Edição de Junho/2002.

Colaboração de Bruna Joaquim Carneiro, formada em educação física pela Unesp, e em nutrição pela Universidade Sagrado Coração.

Atividades EMPIR na Nuvem

 Olá alunos da EMPIR, segue abaixo o link das atividades que fizemos em sala de aula. Basta acessar o link abaixo e procurar a atividade que...