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domingo, 22 de março de 2020

Preparação Física - Capacidades motoras

Preparação Física - Capacidades motoras


A preparação física em qualquer esporte busca melhorar as chamadas capacidades motoras.

Capacidade motora: pode ser definida como todo atributo ou qualidade "treinável" de um organismo, ou seja, passível de adaptações.
Todo ser humano possui inúmeras capacidades motoras, em níveis diferentes, devido as suas heranças genéticas. Com o treinamento, as capacidades se desenvolvem e há um declínio quando o treinamento é interrompido. O avançar da idade também contribui para o declínio das mesmas. Elas sofrem variações de acordo com o sexo, idade, histórico motor e raça. Podemos considerar as seguintes capacidades motoras:



Velocidade



É a capacidade motora particular do músculo que permite a execução de uma sucessão rápida de gestos que, em seu encadeamento, constituem em uma única e mesma ação, de intensidade máxima e de duração breve ou muito breve. Como exemplo, podemos citar o momento em que um jogador de futebol realiza uma corrida muito rápida durante o jogo, em um curto espaço de tempo e de distância.


Força

É a capacidade motora que permite um músculo ou grupo de músculos produzir tensão e vencer uma resistência na ação de empurrar, tracionar ou elevar. Durante um jogo de futebol, o atleta faz uso desta capacidade física ao chutar a bola.

Resistência

É a capacidade motora que permite um esforço proveniente de exercícios prolongados, durante um determinado tempo. Jogar uma partida completa de futebol exige muita resistência.

Flexibilidade

É a capacidade motora que condiciona a capacidade funcional das articulações a movimentarem-se dentro dos limites ideais de determinadas ações. É a amplitude de movimento. Depende da mobilidade articular e elasticidade muscular. O sexo feminino e as crianças são mais flexíveis, sendo esta uma característica corporal pessoal. Deve ser treinada em sessões frequentes e com aquecimento prévio. Durante os exercícios de alongamento os jogadores de futebol treinam a capacidade motora denominada flexibilidade.

Agilidade

É a capacidade motora que permite mudar a direção do corpo no menor tempo possível, sendo conhecida como velocidade de "troca de direção". Para a agilidade, a flexibilidade é importante, pois o jogador de futebol faz uso da agilidade quando, ao marcar um adversário que se desloca com velocidade, precisa mudar de direção rapidamente para acompanhá-lo.

Coordenação motora

As capacidades coordenativas (sinônimo habilidade) são capacidades determinadas, sobretudo pelo processo de controle dos movimentos e devem ser regulamentadas, sendo controlada pelo sistema nervoso central.
É a capacidade motora que permite ao homem executar uma ação ótima dos diversos grupos musculares na sequência de movimentos com um máximo de eficiência e economia. Ou seja, é realizar mais de uma ação ao mesmo tempo. No futebol, por exemplo, o drible exige coordenação motora para que seja realizado com perfeição.

Ritmo

É a capacidade motora explicada por um encadeamento de tempo, dinâmico-energético, uma mudança de tensão e repouso, enfim, uma variação regular de repetições periódicas. A sensibilidade ao ritmo é importante para novas performances. Para andar, dançar, você precisa de ritmo e, da mesma forma, para o atleta manter a sua disposição física durante a partida, precisa de ritmo e constância em suas ações em campo.

Equilíbrio

É a capacidade motora conseguida por uma combinação de ações musculares com o propósito de assumir e sustentar o corpo sobre uma base, contra a lei da gravidade. Ficar em um pé só, ficar em cima de uma escada.
Resumidamente e de forma objetiva, você utiliza todas essas capacidades motoras no seu dia a dia, involuntariamente mesmo sem ser um atleta, você entende que treiná-las irá promover uma melhor condição física e consequentemente uma melhor qualidade de vida.






por COLUNISTA PORTAL - EDUCAÇÃOO Portal Educação possui uma equipe focada no trabalho de curadoria de conteúdo. Artigos em diversas áreas do conhecimento são produzidos e disponibilizados para profissionais, acadêmicos e interessados em adquirir conhecimento qualificado. O departamento de Conteúdo e Comunicação leva ao leitor informações de alto nível, recebidas e publicadas de colunistas externos e internos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

Um pouco sobre FUTSAL


FUTSAL


O Futsal, também conhecido como Futebol de Salão, é uma modalidade esportiva que foi adaptada do futebol de campo para as quadras. O futsal é muito praticado no Brasil, fazendo parte de uma das principais atividades esportivas das aulas de Educação Física nas escolas de todo país.


História do Futsal

O Futsal foi criado na cidade de Montevidéu (Uruguai) no ano de 1934. O criador foi o professor de Educação Física da Associação Cristã de Moços de Montevidéu, Juan Carlos Ceriani Gravier. Este professor batizou o esporte como Indoor-Foot-Ball.


Características e regras do Futsal

- As equipes são formadas por 5 jogadores de linha (sendo um goleiro) e 7 jogadores, no máximo, como reservas.

- O Futsal é praticado em quadra retangular de piso rígido, com medidas que variam de acordo com a categoria. Na Liga de Futsal Masculina, por exemplo, a quadra deve ter entre 38 e 42 metros de comprimento por 18 a 25 de largura.

- A bola de futsal (categoria adulto masculino) deve ter entre 62 e 64 cm de circunferência e peso entre 400 e 440 gramas.

- O árbitro pode usar dois cartões para punir as faltas. O amarelo (advertência) e o vermelho (expulsão por 2 minutos ou pode ser substituído ao tomar um gol).

- As substituições podem ocorrer a qualquer momento e em número indeterminado.

- Os jogos da categoria adulto ocorrem em 40 minutos (2 tempos de 20 minutos).

- O posicionamento de uma equipe de futsal segue o seguinte esquema: goleiro (defende o gol com mãos e pés e também pode atacar), fixo (jogador de defesa), ala (joga mais pelas laterais), pivô (movimenta-se no ataque e arma jogadas).

FONTE

Futsal: Fundamentos Técnicos Resumidos



Fundamentos técnicos do Futsal


 


Domínio= é a habilidade de recepcionar a bola. Pode ser feito com qualquer parte do corpo menos as mãos. Exemplos: pés, cocha, peito e cabeça.


Controle e Condução de Bola= é a habilidade de manter a bola sob seu domínio parado ou me movimento.


Passe= é a habilidade de direcionar a bola a outro jogador da equipe.


Drible e Finta= consistem em passar por um marcador para ter no final da jogada, a bola em sua posse. A diferença entre os dois é que o drible é feito com a posse de bola no início do lance, já a finta é feita sem a posse bola e chamada também de drible de corpo.


Finalização= são técnicas de direcionar a bola ao gol com intuito de pontuar. Pode ser feito com qualquer parte do corpo menos as mãos. Se feito com os pés é chamado de Chute, se feito com a cabeça é chamada de Cabeceio.


 


Fonte: http://futebol-de-salao.info/fundamentos-do-futsal.html

terça-feira, 10 de março de 2015

Handebol no Brasil

Handebol no Brasil


Após a I Grande Guerra Mundial, um grande número de imigrantes alemães vieram para o Brasil estabelecendo-se na região sul por conta das semelhanças climáticas.
Dessa forma os brasileiros passaram a ter um maior contato com a cultura, tradição folclórica e por extensão as atividades recreativas e desportivas por eles praticadas, dentre os quais o então Handebol de Campo. Foi em São Paulo que ele teve seu maior desenvolvimento, principalmente quando em 26 de fevereiro de 1940 foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu primeiro presidente Otto Schemelling.
O Handebol de Salão somente foi oficializado em 1954 quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m).
Este Handebol praticado com 7 jogadores e em um espaço menor agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos - CBD órgão que congregava os Desportos Amadores a nível nacional, criou um departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
O handebol ficou restrito à São Paulo até a década de 60, quando o Professor Augusto Listello (francês) no curso internacional de Santos o mostrou a professores de outros estados em forma didática. Esses professores então o introduziram em seus colégios e assim começou a ser praticado em outros estados. Em 1971, o MEC, em face ao seu crescimento nas escolas inclui o handebol de sete entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEB’s e JUB’s). Com isso o handebol disseminou-se em todo o território nacional, com vários estados dividindo à partir daí os títulos nacionais.
Em 1973 a antiga CBD fez disputar em Niterói o 1º Campeonato Brasileiro Juvenil para ambos os sexos. No ano seguinte em Fortaleza iniciou-se a competição para adultos. Como também outros estados além de São Paulo passaram a disputar as competições de handebol, em 1980, um ano após a criação da Confederação Brasileira de Handebol, foi disputada a 1ª Taça Brasil de Clubes, na cidade de São Paulo, então sede da entidade. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou a medalha de ouro no feminino e no masculino. Em São Paulo, o Handebol é uma das modalidades mais praticadas, principalmente no meio estudantil. Os campeonatos promovidos pela Federação Paulista de Handebol, com excelente organização e índice técnico, têm levado grande público aos ginásios, com jogos transmitidos pela ESPN-Brasil para todo o Brasil.


HISTÓRIA DO HANDEBOL - 

 

História do Handebol

Atribui-se a invenção do Handebol ao professor Karl Schellenz, da Escola Normal de Educação Física de Berlim, durante a primeira guerra mundial. No iníco, o Handebol era praticado apenas por moças e as primeiras partidas foram realizadas nos arredores de Berlim. Os campos tinham 40x20m. Pouco depois em campos de dimensões maiores, o esporte passou a ser praticado por homens e logo se espalhou por toda a Europa.
Em 1927 foi criada a Federação Internacional de Handebol Amador, F.I.H.A. Mas, em 1946, durante o congreso de Copenhague (10 a 13 de julho), os suecos oficializaram seu Handebol de Salão para apenas 7 jogadores por equipe, passando a F.I.H.A. a denominar-se Federação Internacional de Handebol, F.I.H., e o jogo de 11 jogadores em segundo plano.
Em 1933 foi criada a federação alemã que, três anos depois, introduzia o Handebol nos Jogos Olímpicos de Berlim. Em 1954, a F.I.H. contava com 25 nações. No dia 26 de Fevereiro de 1940 foi fundada, em São Paulo, a Federação Paulista de Handebol, mas o esporte já era praticado no Brasil desde 1930. Até 1950, a sede da F.I.H. era na Suécia. Transferiu-se no ano seguinte para a Suíça.
A primeira vez que o Handebol foi disputado em uma olimpíada foi em 1936, depois foi retirado e voltou em 1972, já na sua nova versão (de 7 jogadores) e em 1976 o Handebol feminino também passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

A Origem do Handebol
O Handebol é um dos esportes mais antigos de que que se tem notícia. Ele ja apresentou uma grande variedade de formas até a praticada atualmente.
Um jogo com bola foi descrito por Homero em "A Odisséia", onde a bola era jogada com as mãos e o objetivo era ultrapassar o oponente, através de passes, isto está gravado em uma pedra na cidade de Atenas e data de 600 A.C.. De acordo com as escritas do médico Romano, Claudius Galenus (130-200 D.C.), os Romanos possuiam um jogo de Handebol chamado "Harpaston". Na Idade Média, as legiões de cavaleiros jogavam um jogo de bola, o qual era fundamentado em passes e metas, isto foi descrito por Walther von der Vogelwide (1170-1230), que o chamou de "Jogo de Pegar Bola", que é precursor do atual jogo de Handebol. Na França, Rabelais(1494-1533), fala sobre um jogo de Handebol em que "Eles jogam bola, usando a palma da mão".
O Supervisor de Educação Física Alemão, Holger Nielsen, adaptou o "Haanbold-Spiel" (Jogo de
Handebol) para ser jogado em quadras, na cidade de Ortrup em 1848, remodelando as regras e método como o jogo deveria ser praticado. Eventualmente os alemães desenvolveram o esporte e finalisaram as regras em 1897, onde atualmente é baseado o Handebol de Quadra (Indoor) e o Handebol Olímpico. Era uma forma de 7 jogadores por time, em uma quadra pouco maior do que a de Basquete, com gols de Futebol de 2m de altura por 2,5m de comprimento.
Na Suécia, em 1910, G. Wallstrom foi quem introduziu o Handebol. Na Alemanha, em 1912, Hirschmann (O Secretário Geral Alemão da Associação Internaciona de Futebol) tentou introduzir o Handebol em um jogo de "campo", seguindo as regras do Futebol. Durante 1915-1917, o Supervisor de Educação Física Max Heiser (1879-1921), introduziu o Handebol de Campo para as mulheres, sendo considerado o real criador do esporte, assim como Karl Schelenz (1890-1956), um professor de esportes da Escola Superior de Educação Física é considerado o fundador do Handebol. Karl Schelenz foi o responsável pelo desenvolvimento do Handebol na Alemanha, Austria e Suiça, onde ele foi treinador.

O handebol é um esporte coletivo que foi criado pelo professor alemão Karl Schelenz, no ano de 1919. Após ter as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, o esporte começou a ser praticado de forma competitiva em países como, por exemplo,  Áustria, Suíça e Alemanha.
Nesta fase inicial, as partidas de handebol eram realizadas em campos gramados parecidos com de futebol. Assim como no futebol de campo, cada equipe de handebol era composta por onze jogadores.
No ano de 1925, foi realizada a primeira partida internacional de handebol, entre as equipes da Alemanha e da Áustria. Os austríacos levaram a melhor, vencendo os alemães por 6 a 3.
Fatos importantes da história do handebol:
- Em 1934, o COI (Comitê Olímpico Internacional) inclui o handebol como esporte Olímpico.
- Nas Olimpíadas de Berlim (1936), seis países disputaram a medalha de ouro. A Alemanha tornou-se campeã, após derrotar a Áustria por 10 a 6.
- Em 1938, foi disputado, na Alemanha, o primeiro campeonato mundial de handebol.
- Em 18 de julho de 1946, foi fundada a IHF (International Handball Federation), atualmente com sede na cidade de Basiléia (Suíça).
- No ano de 1966, os jogos de handebol em campo gramado foram descontinuados, passando o esporte ser realizado somente em salão.
- Após um período sem participação, o esporte volta a fazer parte das Olimpíadas nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. Porém, com regras reformuladas e partidas disputadas em quadra.
- Atualmente o esporte é praticado em 183 países, envolvendo mais de um milhão de equipes e trinta milhões de profissionais (jogadores, treinadores e outros profissionais do esporte).
Curiosidade: Embora seja praticado por milhares de pessoas em nosso país, a equipe brasileira ainda não conseguiu ganhar medalha olímpica, nem título mundial no handebol.

HISTÓRIA DO HANDEBOL - Ano á Ano


Handebol ao longo dos Anos

  • 1931 - Fundação da Associação Alemã de Handball (16/03) - Presidente José Hollander. Primeiro Jogo Interestadual: Turnerschaft von 1890 de SP x Deutscher Turn und Sportverein do RJ, com vitória da equipe de SP.
  • 1940 - O desenvolvimento do Handebol é mais visível em SP. Assim sendo, em 26 de fevereiro foi fundada a Federação Paulista de Handebol, tendo como seu 1 ° Presidente Otto Schemelling.
  • 1954 - O Handebol de Salão foi oficializado quando a Federação Paulista de Handebol instituiu o I Torneio Aberto de Handebol, que foi jogado em campo improvisado ao lado do campo de futebol do Esporte Clube Pinheiros, campo esse demarcado com cal (40x20m e balizas com caibros de madeira 3x2m). Este Handebol praticado com
    7 jogadores e em um espaço menor, agradou de tal maneira que a Confederação Brasileira de Desportos-CBD, órgão que congregava os esportes amadores em âmbito nacional, criou um Departamento de Handebol possibilitando assim a organização de torneios e campeonatos brasileiros nas várias categorias masculina e feminina.
  • 1971 - A efetiva difusão do Handebol em todos os Estados aconteceu a partir da inclusão do esporte nos III Jogos Estudantis Brasileiros - JEBS, realizado em Belo Horizonte-MG. 1972 Inclusão do Handebol nos Jogos Universitários Brasileiros - JUBs realizados em Fortaleza-CE. Nos JEBs de 1972, o Handebol teve a participação de aproximadamente 10 equipes femininas e 12 masculinas.
  • 1973 - IV JEBs em Maceió-AL, com 16 equipes femininas e 20 masculinas.
  • 1973 - I Campeonato Brasileiro Juvenil feminino e masculino, em Niterói-RJ.
  • 1974 - Realiza-se a primeira disputa adulta de nível nacional.
  • 1976 - Cria-se o I Campeonato Brasileiro de Handebol Masculino Adulto com colocações de destaque por representações do Nordeste do país: 1º Maranhão e 2º Paraíba.
  • 1978 - O I Campeonato Brasileiro de Handebol Feminino Adulto teve em primeiro a seleção do Amazonas e, em segundo, a de Pernambuco, o que confirmou a expansão do Handebol por todo o Brasil.

 CBHb - Fundação


Fundação da CBHb

  • 1979 - Em primeiro de junho: Fundação da Confederação Brasileira 
    de Handebol - CBHb.
Até esta data o Handebol Brasileiro fazia parte da Confederação Brasileira de Desportos - CBD. A desvinculação da CBD foi para atender uma determinação da nova
legislação esportiva à época. Neste estágio, já existiam algumas Federações Estaduais que fizeram parte da transição e portanto são consideradas fundadoras da CBHb: Federação Paulista de Handebol; Federação de Handebol do Estado do Rio de Janeiro; Federação Maranhense de Handebol; Federação Pernambucana de Handebol; Federação Cearense de Handebol; Federação Gaúcha de Handebol e Federação Paraense de Desportos. Estas entidades e as outras que compareceram na Assembléia de Eleição no dia 22 de agosto de 1979 no Rio de Janeiro, são também consideradas fundadoras a saber: Federação Paranaense de Handebol; Federação
Mineira de Handebol; Federação Amazonense de Handebol, Federação Sergipana de Handebol e Federação Paraibana de Handebol. O fato da sigla ter o “b” minúsculo após o “H” em CBHb deu-se em função da Confederação Brasileira de Hipismo ser mais antiga e, portanto, já existir a sigla CBH já registrada no então Conselho Nacional de Desportos - CND. O primeiro Presidente da CBHb foi o Professor Jamil André de São Paulo, Professor de Handebol da Universidade de São Paulo - USP, técnico de clubes e inclusive da Seleção Brasileira. A primeira sede da CBHb foi na cidade de São Paulo. O segundo Presidente foi o Professor José Maria Teixeira, alagoano que residia no Rio de Janeiro e que, além de Professor da modalidade, era o Coordenador de Handebol nos Jogos Escolares Brasileiros. Ao se transferir para trabalhar na Universidade Federal de Alagoas, Professor Teixeira trouxe com ele a sede da CBHb para Maceió-AL.

            1991 Á Situação Atual


1991 a Situação Atual

  • 1991 - As Seleções  Masculina e Feminina, participam pela primeira vez dos Campeonatos Mundiais Juniores, respectivamente na Grécia e na França.
  • 1992 - A Seleção Brasileira Masculina participa pela primeira vez dos Jogos Olímpicos, na edição de Barcelona.
  • 1993 - As regras do Beach Handball são aprovadas em 1 de agosto pela IHF.
  • 1994 - Realiza-se pela primeira vez a Curitiba International Cup em Curitiba-PR, um dos principais torneios de Handebol do mundo.
  • 1994 - O Prof. Manoel Luiz Oliveira, Presidente da CBHb participando do XXV Congresso da IHF, na cidade de Amsterdã (Holanda), teve seu primeiro contato com as novas regras da modalidade.
  • 1995 - A CBHb envia ao COB a sugestão de incluir o Beach Handball no Festival Olímpico de Verão. Participaram Brasil (Campeão), Argentina (Vice-Campeã), Itália e Portugal.
  • 1995 - A Confederação Brasileira de Handebol, realiza em Aracaju, o Campeonato Mundial Junior Feminino.
  • 1995 - A Federação de Handebol do Rio de Janeiro realiza o I Campeonato Brasileiro de Beach Handball Masculino. Classificação: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal.
  • 1996 - O Brasil recebe por escolha unânime da Assembléia Geral da Federação Internacional de Handebol, o Troféu Hans Baumann, como o país que contribui de forma excepcional para o desenvolvimento do Handebol. Este prêmio foi entregue pela primeira vez em 1972. A Seleção Brasileira Masculina participa dos Jogos Olímpicos de Atlanta.
  • 1996 - É realizado o II Campeonato Brasileiro de Beach Handball Masculino em Cabo Frio, Rio de Janeiro O Paraná sagrou-se campeão, seguido pelo Amazonas, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
  • 1996 - O Beach Handball integra o programa do Festival Olímpico de Verão no RJ. O título ficou com a equipe italiana; Cuba ficou com o vice; Brasil foi o terceiro e Canadá, o último colocado.
  • 1997 - Mudanças decididas pelo Conselho IHF constituem em uma parte fundamental pela adaptação às regras do Handebol de Praia.
  • 1999 -  O atleta Bruno Souza (RJ), um dos melhores atletas brasileiros, transfere-se para a Alemanha.
  • 2000 - A Seleção Brasileira Feminina participa pela primeira vez dos Jogos Olímpicos na edição de Sidney.
  • 2001 - I Campeonato Mundial de Beach Handball em Akita, no Japão. O evento fez parte dos VI World Games. O Brasil ficou com a medalha de bronze tanto no masculino quanto no feminino.
  • 2003 - A Confederação Brasileira de Handebol realiza o Campeonato Mundial de Handebol Júnior Masculino (Foz do Iguaçu – PR) e conquista o Título de Campeão dos Jogos Pan-Americanos Masculino e Feminino (República Dominicana – Santo Domingo) e classifica pela primeira vez as duas equipes para os Jogos Olímpicos
    de Atenas em 2004. O atleta Bruno Souza, recebe o prêmio Brasil Olímpico, como o melhor atleta de Handebol de 2003.
  • 2003 - A Curitiba International Cup completa 10 anos de realização com a marca de 1081 equipes tendo participado do evento em 3.033 jogos e assinalados 70.788 gols
  • 2004 - O atleta Bruno Souza entra na relação dos 10 melhores jogadores do mundo, no Ranking da Federação Internacional do qual se escolhe o melhor atleta do ano. Neste ano, a sede da CBHb continua em Aracajú-SE, seguindo diretriz estabelecida a pedido do Presidente da entidade em sua Assembléia Geral. O terceiro e atual Presidente da Confederação é o Prof. Manoel Luiz Oliveira que também era Técnico de Escolas e Clubes, com participação em seleções Brasileiras
    como Assistente Técnico no I Campeonato Pan-Americano Adulto Masculino realizado na cidade do México e, como Supervisor no campeonato Pan-Americano realizado em Manaus-AM.

    Situação Atual:
  •  O Brasil atualmente tem a hegemonia do Handebol no Continente Americano nas Categorias Masculinas e Femininas, que se confirmou com a participação nos Jogos Olímpicos de Atenas - 2004.
 No nível mundial, a Categoria Feminina já se situa entre as melhores seleções nacionais (COB, 2002). Estas posições resultam do trabalho de base que se prolonga desde 1971, com a ênfase posta nos Jogos Estudantis Brasileiros. Porém, no estágio atual, uma melhor posição no cenário mundial dependerá de uma profissionalização dos Dirigentes, Técnicos, Atletas e Árbitros que atuam na modalidade. A instituição da Equipe Olímpica Permanente da CBHb em 2002 é um passo fundamental para se enfrentar o desafio de uma subida adicional na escala internacional, dado a que são mantidos em treinamento controlado 60 atletas das categorias adulta, masculina e feminina. Hoje também a CBHb cadastra 55.011 atletas registrados, ao passo que em 2000 este quantitativo era de 53.198 (dados de COB, 2003). Em termos mais gerais, os praticantes brasileiros constituem a quinta maior posição do mundo como se aprecia pela Tabela 1, totalizando cerca de 201.048 com vínculos em 687 clubes e 7.774 equipes (dados da IHF, 2003). Neste números, a vantagem masculina não é tão significativa com ocorre em outros esportes de quadra, explicando em parte os bons resultados da categoria feminina. Em resumo, a profissionalização em andamento no Handebol brasileiro permitirá progressivamente assumir espaços na mídia e
a obtenção de investimentos de patrocinadores, passos necessários a consolidar a modalidade entre as maiores do país. E neste sentido, os avanços atuais a destacar são:
• O início em 1991 de participações nos Campeonatos Mundiais Juniores Masculino e Feminino. – O Brasil esteve representado em todos os Campeonatos posteriores.
• A realização de vários Torneios Regionais de Handebol, além do Calendário Oficial da CBHb.
• 27 Estados possuem Federações e estão filiadas à CBHb, realizando seus Calendários Estaduais.
• A inclusão do Beach Handebol nos eventos Nacionais, tendo o Itajaí Handball Cup como um dos maiores eventos do País.
• A participação e a realização de Campeonatos Sul-Americanos, Pan-Americanos e Mundiais nas Categorias e Base.
• Realização dos Campeonatos Mundiais Juniores Feminino (Aracajú / 1995) e Masculino (Foz do Iguaçu /2003).
• A posição de destaque obtida pelo Prof. Manoel Luiz Oliveira, hoje ocupando a Presidência da Federação Pan-Americana de Handebol
e a Vice-presidência da Federação Internacional de Handebol.

Historia do Basquete

O basquete no Brasil
Dois anos depois, recebeu um convite para lecionar no tradicional Mackenzie College, em São Paulo. Na bagagem, trouxe mais do que livros sobre história da arte. Havia também uma bola de basquete. Mas demorou um pouco até que o professor pudesse concretizar o desejo de ver o esporte criado por James Naismith adotado no Brasil. A nova modalidade foi apresentada e aprovada imediatamente pelas mulheres. Isso atrapalhou a difusão do basquete entre os rapazes, movidos pelo forte machismo da época. Para piorar, havia a forte concorrência do futebol, trazido em 1894 por Charles Miller, e que se tornou a grande coqueluche da época entre os homens. Aos poucos o persistente Augusto Shaw foi convencendo seus alunos de que o basquete não era um jogo de mulheres. Quebrada a resistência, ele conseguiu montar a primeira equipe do Mackenzie College, ainda em 1896. Uma foto enviada ao Instituto Mackenzie nos Estados Unidos, mostra o que seria a primeira equipe organizada no Brasil, justamente por Shaw. Estão identificados Horácio Nogueira e Edgar de Barros (em cima), Pedro Saturnino, Augusto Marques Guerra, Theodoro Joyce, José Almeida e Mário Eppinghauss (em baixo).
Primeira equipe de basquete no Brasil, formada por Augusto Shaw no Colégio Mackenzie (SP), em 1896.

A aceitação nacional do novo esporte veio através do Professor Oscar Thompson, na Escola Nacional de São Paulo e Henry J. Sims, então diretor de Educação Física da Associação Cristã de Moços (ACM), do Rio de Janeiro. Em 1912, no ginásio da rua da Quitanda nº 47, no centro do Rio de Janeiro, aconteceram os primeiros torneios de basquete. Em 1913, quando da visita da seleção chilena de futebol a convite do América Futebol Clube, seus integrantes, membros da ACM de Santiago, passaram a freqüentar o ginásio da rua da Quitanda. Henry Sims, convenceu os dirigentes do América a introduzir o basquete no clube da rua Campos Salles, no bairro da Tijuca. Para animá-los, arranjou um jogo contra os chilenos oferecendo uma equipe da ACM, com o uniforme do América que triunfou pelo curioso score de 5 a 4. O plano vingou e o América foi o primeiro clube carioca a adotar o basquete. As primeiras regras em português foram traduzidas em 1915. Nesse ano a ACM realizou o primeiro torneio da América do Sul, com a participação de seis equipes. O sucesso foi tão grande que a Liga Metropolitana de Sports Athléticos, responsável pelos esportes terrestres no Rio de Janeiro, resolveu adotar o basquete em 1916. O primeiro campeonato oficializado pela Liga foi em1919, com a vitória do Flamengo. Em 1922 foi convocada pela primeira vez a seleção brasileira, quando da comemoração do Centenário do Brasil nos Jogos Latino-Americanos, um torneio continental, em dois turnos, entre as seleções do Brasil, Argentina e Uruguai. O Brasil sagrou-se campeão, sob a direção de Fred Brown. Em 1930, com a participação do Brasil, foi realizado em Montevidéu, o primeiro Campeonato Sul-Americano de Basquete. Em 1933 houve uma cisão no esporte nacional, quando os clubes que adotaram o profissionalismo do futebol criaram entidades especializadas dos vários desportos. Nasceu assim a Federação Brasileira de Basketball, fundada a 25 de dezembro de 1933, no Rio de Janeiro. Em assembléia aprovada dia 26 de dezembro de 1941, passou ao nome atual, Confederação Brasileira de Basketball.

O Brasil foi um dos primeiros países a conhecer a novidade. Augusto Shaw, um norte-americano nascido na cidade de Clayville, região de Nova York, completou seus estudos na Universidade de Yale, onde em 1892 graduou-se como bacharel em artes e onde Shaw tomou contato pela primeira vez com o basquete. 

Shaw viveu no Brasil até 1914 e teve a chance de acompanhar a difusão do basquete no país. Faleceu em 1939, nos Estados Unidos. 
fonte: http://www.cbb.com.br/OBasquete/BasqueteBrasil

segunda-feira, 10 de março de 2014

Volei no Brasil

História do Vôlei no Brasil 



A chegada do Vôlei no Brasil

Conforme as pesquisas que realizamos em diversos livros, concluímos que a chegada do vôlei no Brasil tem duas versões. Uma é que o vôlei foi praticado pela primeira vez aqui, em 1915, no Colégio Marista de Recife.A outra é que o vôlei chegou ao Brasil entre 1916 e 1917, por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, versão brasileira da existente YMCA dos Estados Unidos.

Não se tendo exatamente como o vôlei entrou no país, o que se sabe de fato é que o primeiro clube brasileiro que adotou a modalidade foi o Fluminense. Em 1923, foi o clube das laranjeiras que organizou um torneio aberto para os membros da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres. Trinta anos mais tarde, em 1951, o ginásio do clube carioca realizou o Primeiro Campeonato Mundial Sul-americano de Vôlei. O Brasil foi o vencedor na época com as seleções masculinas e femininas.


Contudo, o grande passo para o crescimento do esporte no Brasil foi com a criação da Confederação Brasileira de Voleibol. Foi ela a responsável por promover cursos para difundir o esporte e também a responsável pelas criações de escolinha de vôlei. Em 1955, o Brasil estreava, juntamente com o vôlei, nos Jogos Pan-americanos, na Cidade do México. Dez anos mais tarde, em 1964, o Brasil também estava presente na estréia do vôlei no programa olímpico, nos Jogos de Tóquio, no Japão. Desde lá o Brasil sempre participou de todas as edições das Olimpíadas.

O Brasil entre os melhores


Em 1975, com um excelente trabalho realizado pela CBV, o Brasil entrava para o seleto grupo das grandes potências do vôlei. Isto ocorreu quando o presidente Carlos Arthur Nuzman (hoje presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) assumiu a presidência da CBV.

Nuzman apostou em um trabalho a longo prazo e no apoio a iniciativa privada. Com isso foi montada uma grande infra-estrutura que ajudou e muito para o surgimento de grandes revelações e conquistas para o vôlei brasileiro.

Sete anos depois que assumiu a presidência da CBV, Nuzman colhia os frutos de ter apostado no incentivo das empresas privadas. O Brasil conseguia uma inédita medalha de prata no Campeonato Mundial masculino, disputado em 1982, em Buenos Aires, na Argentina. Em 1984, o Brasil novamente teria uma grande participação com competições internacionais. Desta vez, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, perdendo na final para os norte-americanos. Nesta época, o então técnico Bernardinho era jogador daquela seleção.

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - 1980

O sucesso da seleção brasileira era tanto, que um amistoso contra a União Soviética foi realizado no estádio do Maracanã, no qual reuniu mais de 100 mil pessoas. Um recorde de público no cenário mundial do vôlei. Nesta época a seleção era composta pela geração conhecida como a “geração de prata” por: Bernard, Montanaro, Renan, Willian, Amauri, Fernandão, Domingos Maracanã, Bernardinho, entre outros.

Da geração de prata à geração de ouro

Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - Barcelona, 1992

Em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha, uma nova geração entrava no cenário da seleção masculina de vôlei. A geração anterior, conhecida como a geração de prata, dava lugar a geração de ouro. Naquela Olimpíada, o tão sonhado ouro era conquistado pela seleção brasileira que tinha nomes como o de Tande, Marcelo Negrão, Giovani, Maurício, Paulão e Carlão.

Depois dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o Brasil entrava de vez no cenário mundial como favorito a conquistar as competições. Tanto que a seleção masculina nos anos seguintes conquistou vários títulos na Liga Mundial, no Mundial e na Copa do Mundo, além de mais um ouro olímpico.

Depois de Tande, Giovane e Paulão, surgiam nos anos 2000 estrelas que brilham e fizeram do Brasil atualmente a maior potência do vôlei no mundo com Giba, Serginho, Gustavo comandado pelo treinador multicampeão Bernardinho.

As meninas do vôlei brasileiro também brilham

As meninas do vôlei brasileiro também fizeram história no cenário mundial. Em 1996, elas entraram de verdade conquistando as medalhas de bronze em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, nos Estados Unidos e em 2000, nas Olimpíadas de Sydnei, na Austrália. Vários títulos no Grand Prix, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo foram coroados com a conquista da medalha de ouro olímpica, inédita até então no vôlei feminino, nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China, em 2008.







REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004.
- LIVRO: O Guia dos Curiosos: esportes 3ª ed. Marcelo Duarte, Editora Panda Books.
- LIVRO: Fique por Dentro – Esportes Olímpicos, Benedito Turco. - Rio de Janeiro. Casa da Palavra: COB, 2006.
- LIVRO: O que é vôlei, Silva Silveira, Armando Freitas. – Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
- SITE: Confederação Brasileira de Vôlei - http://www.cbv.com.br/
- SITE: Federação Paulista de Voleibol – http://www.fpv.com.br/
- SITE: Federação de Vôlei do Rio de Janeiro – http://www.voleirio.com.br/




FONTE: http://www.travinha.com.br/esportes-coletivos/59-volei/91-volei-no-brasil

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A importância dos alongamentos

A importância dos alongamentos
Por Patrícia Bressan Gennari.

    O que é o alongamento?
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões. Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas. Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:


-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
-preparam o corpo para atividades físicas;
- Ativam a circulação.


No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda. Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV. Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
 Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.
Dicas para Alongamentos
  1. Se for inseguro para realizá-los procure um professor de educação física nível superior ou uma boa academia (Como a Korpus!!!) o mais perto de sua casa para obter auxilio;
  2. Escolha posições seguras para realizá-los mantendo um bom alinhamento corporal;
  3. Alongue-se até sentir uma sensação de tensão. Se por acaso sentir dor intensa, a posição deve ser relaxada para evitar micro lesões na musculatura. Toda pessoa deve respeitar seus limites e aumentar lenta e gradualmente a intensidade dos exercícios;
  4. Mantenha o alongamento de 10-60 segundos por articulação. Evite balançar-se na execução (pois assim estará estimulando um reflexo de contração ao invés do propósito de alongar);
  5. Faça um pré-aquecimento (pode ser uma pequena caminhada ou uma pedalada de 5-10 min antes de realizá-los .Os melhores resultados ocorrem quando eles estão mais estimulados, fazendo também no resfriamento após os exercícios ;
  6. Mantenha uma regularidade de 3-5 vezes por semana a fim de obter bons resultados no ganho de flexibilidade.
Fontes consultadas:
Revista Saúde é vital! Estique a sua saúde. Edição de Junho/2002.

Colaboração de Bruna Joaquim Carneiro, formada em educação física pela Unesp, e em nutrição pela Universidade Sagrado Coração.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Futebol Americano

Futebol Americano 



O “Football” (como é conhecido nos EUA) surgiu por volta do final do século 19 e inicio do século 20. Universitários pegaram o Rugby e fizeram modificações nas regras e acabaram por criar um esporte novo que ficou conhecido como Football. 

O Futebol Americano (como é conhecido no Brasil) é um jogo bastante duro, no qual duas equipes se enfrentam tentando atingir o objetivo que é levar a bola até a zona final (endzone). As duas equipes são compostas por 11 jogadores cada, e ,assim como no Baseball, quando uma equipe está no ataque a outra está na defesa. As regras são simples e de fácil compreensão. 

O jogo é fácil de ser praticado, mas pelas características do jogo, acontecem muitos contatos físicos, o que de certa forma limita a pratica deste esporte para pessoas de porte físico avantajado. Em outras palavras, é um esporte violento, tipicamente masculino. Apesar de “permitir” certa violência, é um esporte que utiliza muito o raciocínio, pois a tática pode ser um tanto complexa, tornando o jogo um tanto interessante. 

Aqui selecionei dois videos pra vocês que explicam bem o que o Football.






quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Doping (Dopagem)

Doping


Também chamado de “dopagem” é a administração ilícita de uma droga estimulante ou estupefaciente com vistas a suprimir temporariamente a fadiga, aumentar ou diminuir a velocidade, melhorar ou piorar a atuação de um animal ou esportista. 
A comissão médica do comitê olímpico internacional instituiu durante os jogos olímpicos do México (1968) a aplicação de testes anti-dopagem sistemáticos, decidindo que seriam excluídos dos jogos os atletas comprovadamente dopados.

Nos últimos anos, com os atletas sendo patrocinados pôr grandes empresas, alguns mestres das diversas modalidades, visando interesses empresariais na divulgação de sua arte marcial, e também com o advento das competições de “free style”, ocorreu uma profissionalização equivocada dos profissionais envolvidos com as artes marciais, bem como seus atletas. Difícil dizer-se da ignorância ou má fé dessas pessoas. O fato é que, cada vez mais, os atletas de diversas modalidades têm se valido de meios ilícitos para auferir vantagens nas diversas competições, e assim atendendo interesses de forma escusa.

Cabe ressaltar que essas substâncias são consideradas dopantes, de forma qualitativa e não quantitativa, ou seja, não se considera a quantidade, mas sim o que aparece, mesmo porque os métodos laboratoriais de detecção não chegam a um resultado 100% conclusivo para se determinar a razão do uso do medicamento-tratamento ou dopagem. 
Agruparemos as substâncias dopantes em 5 grupos principais:

- ESTIMULANTES PSICOMOTORES: a anfetamina, a cocaína, os moderadores de apetite. 
- AMINAS SIMPATICOMIMÉTICOS: estimulam o sistema nervoso central, como vasoconstritores nasais que tem efedrina.
- OUTROS ESTIMULANTES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL: a cafeína, a aminoflina.
- ANALGÉSICOS-NARCOTICOS: a codeína, a morfina, a heroína, etc.
- ESTERÓIDES ANABÓLICOS: os hormônios masculinos, que veremos adiante.

Substânicas Dopantes


Substâncias Dopantes 

 

Vejamos a seguir exemplos de algumas substâncias que são utilizadas para tirar vantagem nas competições e também como forma de conquistar objetivos estéticos mais rapidamente. 

1. Estimulantes de SNC 


São substâncias que ativam o funcionamento do SNC (Sistema Nervoso Central), melhorando (acelerando) a comunicação entre os neurônios. Com isso o atleta tem maior concentração, mais disposição para o treino e maior resistência à fadiga. Além de provocar efeitos colaterais (dor de cabeça, tontura, insônia, mal estar, etc) tem como principal malefício a dependência química. 

2. Narcóticos / Canabinóides / Analgésicos 

O narcótico mais popular é a Maconha. Além do seu uso recreativo é também muito utilizada como analgésico por causa das suas características terapêuticas. Na Medicina é utilizada para o tratamento de doenças crônicas que provocam muita dor. No esporte também é utilizada para amenizar as dores do treinamento. Sua principal desvantagem é a dependência química. 

Observação: O Álcool também é muito utilizado como analgésico. Além disso, muitos atletas gostam de ingerir bebidas alcoólicas recreativamente. 

3. Hormônios 

É muito comum também a utilização de hormônios como forma de ganhar massa muscular. O mais utilizado é o hormônio masculino conhecido como Testosterona. Este hormônio é responsável pelo aparecimento das características masculinas no ser humano, dentre elas o crescimento da massa muscular. Seu uso é mais comum entre atletas femininas. Por isso, é comum vermos em competições atletas mulheres com características masculinas (massa muscular muito desenvolvida, voz grossa, aumento dos pêlos e do clitóris). 

4. Agentes Anabolizantes 

Estas substâncias estimulam o crescimento dos músculos e da força muscular e diminuem os períodos de recuperação entre os esforços. Os anabolizantes são os dopantes mais utilizados no desporto, mas as conseqüências para a saúde são inúmeras, podendo mesmo provocar a morte. A sua utilização provoca a interrupção do crescimento nos adolescentes, tumores no fígado, distúrbios dermatológicos, psicológicos e cardiovasculares (problemas no coração). 

5. Dopagem genética 

É a manipulação dos genomas humanos em busca de desempenhos perfeitos para determinadas categorias esportivas. É feita em laboratórios, em embriões geneticamente modificados, em busca das características físicas necessárias para determinadas categorias esportivas. Procura-se, através da manipulação genética, a construção de um atleta perfeito. É um tema extremamente polêmico que envolve uma discussão que vai além do esporte, envolve também política, religião, ética, etc. 

6. Substâncias Mascarantes 

Para tentar esconder o doping muitas substâncias são utilizadas para ajudar o organismo a eliminar traços de substâncias dopantes para que estas não sejam detectadas nos testes antidoping. Os diuréticos aumentam a eliminação da urina, como conseqüência as substâncias são eliminadas mais rapidamente. Existem tantos tipos de mascarentes, mas todos com o mesmo objetivo, ocultar o uso de substâncias ilegais, por isso mesmo o uso de mascarantes também é passível de punição.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Noções básicas das regras do Basquete

Noções básicas das regras do Basquete

O Jogo


O objetivo central do basquetebol é fazer cesta no time adversário, ou seja, fazer com que a bola passe por dentro do cesto adversário. Você pode fazê-lo de várias maneiras como arremessando a bola (jogando a bola com as mãos), enterrando (forçando a passagem da bola, com as mão, pelo cesto) ou tapeando (dar um tapa na bola fazendo-a cair no cesto). Mas sempre lembrando que deve-se respeitar as regras.


O jogo começa no circulo central quando, o árbitro, joga a bola ao alto fazendo a disputa de salto entre as equipes. O jogo, atualmente, corre em 4 períodos de 10 minutos cada. O cronômetro desse tempo deve parar a cada saída de bola ou parada do jogo (quando a bola estiver morta). O árbitro deve sinalizar a mesa a parada do cronômetro.


A equipe só pode começar um jogo se os padrões do mesmo forem cumpridos. São eles:


1.Ter no mínimo 8 jogadores aptos a jogar (5 em quadra e 3 no banco.) e no máximo 12 jogadores aptos a jogar.

2.Deve ter um técnico, e se o time preferir um assistente de técnico.

3.Deve também possuir um capitão do time.

4.Deve ter um uniforme com uma cor predominante e uma segunda cor.
As Faltas (Contato Físico)


No basquetebol, todo e qualquer contato físico que influencie na jogada, sendo de ataque ou defesa, é falta. Geralmente da defesa, mas também há de ataque.


Toda a vez que o defensor toca no atacante é falta mas a falta é dada apenas se o toque for relevante em relação ao jogo ou se for agressiva. Para um marcador não fazer falta ele deve ficar com uma certa distância do atacante para prever sua jogada e deve também manter seus braços ou erguidos ou abaixados. BRAÇOS PARA OS LADOS É FALTA !!! Ou seja se estou atacando e correndo em linha reta e bato no braço (que no caso está para o lado) de um defensor, isso é falta a meu favor.


Um jogador também não pode empurrar, abraçar, cotovelar, segurar ou soquear o atacante, sendo que estes também não podem ser feitos para o defensor.


Para todos estes tipos de faltas existe uma penalidade. Em caso de uma falta convencional, ou seja, um simples contato físico durante o jogo; o arbitro sinaliza a falta, o cronometro é interrompido e é dada uma reposição de bola de fora da quadra. Simplificando: É dado um lateral ao time que sofreu a falta.

Mas isso é apenas durante o jogo normal, durante uma troca de passes, infiltração ou um movimento qualquer. Agora, se a falta ocorrer durante um ato de arremesso, ai então é dada uma bonificação: Lances Livres. Se o jogador tomar a falta durante o ato de arremesso e converter a cesta (a bola precisa ter saído das mão do jogador antes do apito soar), então valem os pontos e é dado um(1) lance livre de bonificação; Se tomar a falta mas não converter a cesta, aí é dado dois(2) lances livres; e se o arremesso for para três pontos e não convertidos, é dado aí três(3) lances livres.


Mas nem todas as faltas são feitas pela defesa. As falta também podem ser de ataque - como dito antes. O jogador em posição ofensiva não pode forçar sua passagem (provavelmente em direção a cesta) sobre o corpo do adversário. Por exemplo, eu estou lhe marcando e você tenta passar reto por cima de mim usa a força do corpo. Isso é uma falta de ataque, e quando ocorre é dada uma reposição de bola pela lateral para o time adversário.


E como sempre, toda a regra tem uma exceção. Existem também as faltas antidesportivas. São aquelas falta mais graves, que vão contra o espírito esportivo do jogo como por exemplo, dar um soco no adversário, jogar a bola de propósito com força sobre um jogador, pegar a bola e chutá-la com força ...

esse tipo de coisas. Nestes casos a penalidade é diferente: É dado dois lances livres mais um lateral de ataque para o time que sofreu a falta.


Após 5 faltas pessoais, o jogador que as cometeu deverá ser substituído e não poderá voltar a jogar naquele jogo. Após 4 faltas coletivas (em cada período) todas as seguintes serão convertidas em dois lances livres.
Regras de Drible


Essa é uma regra um pouco complicada. A caminhada. A regra diz que você pode dar 2 tempos de passos, mas há algumas regras para esta regra. Em primeiro lugar, antes de picar a bola, ou seja, quando você recebe um passe de bola, não se pode dar nenhum passo. Deve-se picar, passar ou arremessar a bola. Digamos que depois de picar você pare a bola com as mãos, agora você não pode mais picar. Você está com os dois pés no chão; pode estabelecer-se um pé de apoio, ou seja, se você fixar um dos dois pés você poderá mover livremente o outro. Digamos agora que você fixa o outro pé e tira do chão o antigo apoio, VOCÊ JA USOU DOIS PÉS PARA APOIO, e se você encostar o outro no chão terá usado três apoios, o que não é permitido !!! Isso é caminhar.

Se o arbitro apitar a caminhada, será dada uma reposição de fora da quadra (lateral) para o oponente.


Mas o esquema dos passos não é a única restrição. Você também não pode: picar a bola, pegá-la com as mão e picá-la novamente; Não pode picar a bola com ambas as mão juntas; Não pode apoiar a bola por baixo, ou seja, conduzir a bola levando a mão sob a bola. Todos estes aspectos são considerados drible ilegal e tem a mesma penalidade da caminhada.
Regras de Tempo em Quadra


Falando sobre tempo, você não pode:


1.No 1º,2º e 3º período pode 1 tempo de 1 min. no 4º período, 2 tempos de 1 min.

2.Os intervalos entre cada período são de 2 minutos, mas entre o 2º e 3º há um intervalo de 15 minutos.

3.Não é permitido ficar dentro do garrafão por mais de 3 segundos com ou sem posse de bola.

4.Não é permitido ficar (com a bola) mais de 8 segundos na zona (lado da quadra) de defesa.

5.Após os 8 segundos mencionados acima, você tem 24 segundos para arremessar a bola (zona de ataque).

6.Quando há um marcador a menos de 1m de distância do atacante, o mesmo, não pode segurar a bola por mais de 5 segundos.


Fonte: www.geocites.com
Regras do Basquete
REGRAS 1


Duas equipes, com cinco pessoas cada, disputam a posse da bola para fazer pontos na cesta do adversário. A equipe tem de impedir que o grupo oponente faça pontos. O time vencedor é o que fizer o maior número de pontos ao final do tempo de jogo. Nos Jogos Olímpicos, cada partida dura no 40 minutos e é dividida em dois tempos de 20 min, com intervalo de cinco minutos entre ambos. Em outros torneios, a partida é dividida em quatro tempos com 10 minutos cada. Os técnicos podem pedir tempo (de 1 minuto) uma vez em cada período, com exceção do último quando pode pedir duas vezes. Cada time tem ainda 24 segundos para arremessar a bola. Se estourar o tempo, a bola passa automaticamente para o time oponente. A cada 4 faltas, o time ganha uma falta coletiva.


REGRAS 2


O jogador deve locomover-se batendo a bola no chão. Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. No basquete há limite de faltas por equipe e por jogador. A partir da sétima falta acumulada por uma equipe, o adversário tem direito a um arremesso livre a cada nova infração. Se acertar, a cesta vale 1 ponto e o jogador pode arremessar novamente. Se errar, a bola volta ao jogo. Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.


REGRAS 3


A quadra de basquete tem 26 metros de comprimento por 14 metros de largura. As cestas ficam fixadas em estruturas a 3,05 metros do chão nas extremidades da quadra. Quando a bola cai na cesta do campo adversário, o time ganha 2 pontos. Se o arremesso for feito antes da linha situada a 6,2 metros da cesta, ganha 3.


REGRAS 4



Fonte: www.terra.com.br


Fonte: Paulo Marcos

Atividades EMPIR na Nuvem

 Olá alunos da EMPIR, segue abaixo o link das atividades que fizemos em sala de aula. Basta acessar o link abaixo e procurar a atividade que...