Mostrando postagens com marcador voleibol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador voleibol. Mostrar todas as postagens
sábado, 25 de abril de 2020
terça-feira, 10 de março de 2015
Historia do Volei no Brasil e no Mundo
Vôlei no Mundo
O vôlei foi inventado em 1895.
A ideia do vôlei surgiu em 1895, quando o americano William George Morgan, que assumira naquele ano a função de professor de educação física na faculdade YMCA (Associação Cristã de Moços) de Holyoke, Massachusetts (EUA), tentava criar uma nova competição em quadra coberta que pudesse ser praticada pelos seus alunos.
Antes de se formar na faculdade da YMCA em Springfield, Morgan conheceu James Naismith, que havia criado o basquete em 1891. No entanto, o basquete era muito intenso e com muito contato físico, o que era um atrativo para os jovens. E a intenção de Morgan era criar um jogo recreativo que ao mesmo tempo fosse competitivo e sem contato físico, para atrair o público mais velho. Morgan tinha seu esporte, batizado por ele de Mintonette.
No início de 1896, uma conferência foi organizada na faculdade YMCA de Springfield, na qual estiveram presentes todos os professores de educação física da YMCA. Morgan, então, foi convidado pela direção para fazer uma demonstração de seu jogo no ginásio recém-inaugurado da faculdade.
Após assistir à demonstração e ouvir as explicações de Morgan, o professor Alfred T. Halstead chamou a atenção para a ação do vôo da bola por cima da rede (voleio), sem tocar o chão, e propôs que o nome Mintonette fosse substituído por Volley Ball. O nome foi aceito por Morgan e pela conferência, permanecendo desta forma até 1952, quando o Comitê Administrativo da então Associação de Volley Ball dos Estados Unidos votou pela pronúncia do nome em apenas uma palavra, passando para a forma definitiva Volleyball
Em 1916, um artigo do Guia de Vôlei Spalding escrito por Robert C. Cubbon estimou que os praticantes de vôlei nos EUA já totalizava 200 mil. Naquele mesmo ano, a YMCA conseguiu que a NCAA (a maior liga de esportes universitários dos EUA) divulgasse o vôlei em seus artigos, contribuindo para o rápido crescimento do esporte entre os jovens universitários.
Em 1918, o número de jogadores por time foi limitado a seis e, em 1922, o número máximo de toques na bola permitido foi fixado em três. Até os anos 30, o vôlei foi praticado mais como uma forma de recreação e lazer, e houve poucas atividades internacionais e competições. Isso devido ao fato que havia diferentes regras em várias partes do mundo. Entretanto, campeonatos nacionais já eram disputados nos países da Europa oriental, para onde o esporte foi levado pelos soldados americanos a partir de 1915, na 1ª Guerra Mundial. Também em função da 1ª Guerra Mundial, o Egito foi o primeiro país africano a descobrir o vôlei.
Em 1924, houve uma demonstração de esportes americanos nas Olimpíadas de Paris (FRA) e o vôlei estava entre eles. No entanto, foi apenas em setembro de 1962, no Congresso de Sofia (Bulgária), que o vôlei foi admitido como esporte olímpico. Sua primeira disputa se realizou nas Olimpíadas de Tóquio (JAP), em 1964, com a presença de dez países no masculino - Japão, Romênia, Rússia, Tchecoslováquia, Bulgária, Hungria, Holanda, Estados Unidos, Coréia do Sul e Brasil. O primeiro campeão olímpico masculino foi a Rússia, a Tchecoslováquia foi a vice e a medalha de bronze ficou com o Japão. No feminino, o Japão também levou o ouro. A Rússia ficou em segundo e a Polônia, em terceiro.
Vôlei no Brasil
A estréia do país em competições em solo europeu foi para a disputa do Campeonato Mundial de Paris (FRA), em 1956, quando a Seleção masculina foi comandada pelo técnico Sami Mehlinsky. O Brasil terminou na 11ª colocação.
Fonte: esportesonline.com.br
Não se tem registro de quando o vôlei chegou às terras brasileiras. Oficialmente, a primeira competição do esporte no país foi realizada em Recife (PE), em 1915, organizada pela Associação Cristã de Moços (ACM) local, e com regras e regulamento definidos. Assim, tudo leva a crer que o esporte já era praticado informalmente antes desta data. A partir daquele momento, entretanto, colégios de outras cidades pernambucanas passaram a ter o vôlei como uma de suas disciplinas de educação física. Dois anos depois, em 1917, o esporte chegou à ACM de São Paulo.
A primeira competição internacional da qual o Brasil participou foi o 1º Campeonato Sul-Americano, em 1951, mesmo antes da fundação da Confederação Brasileira de Volley Ball (CBV), em 1954. O Sul-Americano foi patrocinado pela então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), com o apoio da Federação Carioca de Volley Ball, e aconteceu no ginásio do Fluminense, no Rio de Janeiro, entre 12 e 22 de setembro daquele ano, sendo campeão o Brasil, no masculino e no feminino.
Em 1954, a Confederação Brasileira de Voleibol foi criada com o objetivo de difundir e desenvolver o vôlei no país. Dez anos mais tarde, o vôlei brasileiro marcou presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, quando o esporte fez sua estréia na competição. Assim como no futebol o Brasil é o único país que disputou todas as Copas do Mundo, os sextetos nacionais masculinos de vôlei participaram de todas as edições das Olimpíadas.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Volei no Brasil
História do Vôlei no Brasil
A chegada do Vôlei no Brasil
Conforme as pesquisas que realizamos em diversos livros, concluímos que a chegada do vôlei no Brasil tem duas versões. Uma é que o vôlei foi praticado pela primeira vez aqui, em 1915, no Colégio Marista de Recife.A outra é que o vôlei chegou ao Brasil entre 1916 e 1917, por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, versão brasileira da existente YMCA dos Estados Unidos.
Não se tendo exatamente como o vôlei entrou no país, o que se sabe de fato é que o primeiro clube brasileiro que adotou a modalidade foi o Fluminense. Em 1923, foi o clube das laranjeiras que organizou um torneio aberto para os membros da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres. Trinta anos mais tarde, em 1951, o ginásio do clube carioca realizou o Primeiro Campeonato Mundial Sul-americano de Vôlei. O Brasil foi o vencedor na época com as seleções masculinas e femininas.
Contudo, o grande passo para o crescimento do esporte no Brasil foi com a criação da Confederação Brasileira de Voleibol. Foi ela a responsável por promover cursos para difundir o esporte e também a responsável pelas criações de escolinha de vôlei. Em 1955, o Brasil estreava, juntamente com o vôlei, nos Jogos Pan-americanos, na Cidade do México. Dez anos mais tarde, em 1964, o Brasil também estava presente na estréia do vôlei no programa olímpico, nos Jogos de Tóquio, no Japão. Desde lá o Brasil sempre participou de todas as edições das Olimpíadas.
O Brasil entre os melhores
Em 1975, com um excelente trabalho realizado pela CBV, o Brasil entrava para o seleto grupo das grandes potências do vôlei. Isto ocorreu quando o presidente Carlos Arthur Nuzman (hoje presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) assumiu a presidência da CBV.
Nuzman apostou em um trabalho a longo prazo e no apoio a iniciativa privada. Com isso foi montada uma grande infra-estrutura que ajudou e muito para o surgimento de grandes revelações e conquistas para o vôlei brasileiro.
Sete anos depois que assumiu a presidência da CBV, Nuzman colhia os frutos de ter apostado no incentivo das empresas privadas. O Brasil conseguia uma inédita medalha de prata no Campeonato Mundial masculino, disputado em 1982, em Buenos Aires, na Argentina. Em 1984, o Brasil novamente teria uma grande participação com competições internacionais. Desta vez, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, perdendo na final para os norte-americanos. Nesta época, o então técnico Bernardinho era jogador daquela seleção.
Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - 1980
O sucesso da seleção brasileira era tanto, que um amistoso contra a União Soviética foi realizado no estádio do Maracanã, no qual reuniu mais de 100 mil pessoas. Um recorde de público no cenário mundial do vôlei. Nesta época a seleção era composta pela geração conhecida como a “geração de prata” por: Bernard, Montanaro, Renan, Willian, Amauri, Fernandão, Domingos Maracanã, Bernardinho, entre outros.
Da geração de prata à geração de ouro
Seleção Masculina de Vôlei do Brasil - Barcelona, 1992
Em 1992, nos Jogos Olímpicos de Barcelona, na Espanha, uma nova geração entrava no cenário da seleção masculina de vôlei. A geração anterior, conhecida como a geração de prata, dava lugar a geração de ouro. Naquela Olimpíada, o tão sonhado ouro era conquistado pela seleção brasileira que tinha nomes como o de Tande, Marcelo Negrão, Giovani, Maurício, Paulão e Carlão.
Depois dos Jogos Olímpicos de Barcelona, o Brasil entrava de vez no cenário mundial como favorito a conquistar as competições. Tanto que a seleção masculina nos anos seguintes conquistou vários títulos na Liga Mundial, no Mundial e na Copa do Mundo, além de mais um ouro olímpico.
Depois de Tande, Giovane e Paulão, surgiam nos anos 2000 estrelas que brilham e fizeram do Brasil atualmente a maior potência do vôlei no mundo com Giba, Serginho, Gustavo comandado pelo treinador multicampeão Bernardinho.
As meninas do vôlei brasileiro também brilham
As meninas do vôlei brasileiro também fizeram história no cenário mundial. Em 1996, elas entraram de verdade conquistando as medalhas de bronze em 1996, nas Olimpíadas de Atlanta, nos Estados Unidos e em 2000, nas Olimpíadas de Sydnei, na Austrália. Vários títulos no Grand Prix, Campeonatos Mundiais e Copas do Mundo foram coroados com a conquista da medalha de ouro olímpica, inédita até então no vôlei feminino, nos Jogos Olímpicos de Pequim, na China, em 2008.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- LIVRO: Almanaque dos Esportes, Editora Europa, 2009.
- LIVRO: A História dos Esportes, Orlando Duarte, 4ª ed. Editora Senac, SP, 2004.
- LIVRO: O Guia dos Curiosos: esportes 3ª ed. Marcelo Duarte, Editora Panda Books.
- LIVRO: Fique por Dentro – Esportes Olímpicos, Benedito Turco. - Rio de Janeiro. Casa da Palavra: COB, 2006.
- LIVRO: O que é vôlei, Silva Silveira, Armando Freitas. – Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
- SITE: Confederação Brasileira de Vôlei - http://www.cbv.com.br/
- SITE: Federação Paulista de Voleibol – http://www.fpv.com.br/
- SITE: Federação de Vôlei do Rio de Janeiro – http://www.voleirio.com.br/
FONTE: http://www.travinha.com.br/esportes-coletivos/59-volei/91-volei-no-brasil
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
RESUMÃO DAS REGRAS DE VOLEIBOL
RESUMO DAS REGRAS DE VOLEIBOL
ÁREA DE JOGO
A quadra de jogo é um retângulo
medindo 18m x 9m, circundada por uma zona livre de no mínimo 3m de largura em
todos os lados.
A superfície deve ser plana,
horizontal e uniforme.
1.2.2 Em quadras cobertas, a superfície
da área de jogo deve ser de cores claras.
1.3.4 Linha de ataque
Em cada quadra uma linha de ataque, cuja extremidade posterior é
desenhada a 3m de distância do eixo da linha central, marca a zona de frente.
TEMPERATURA
A temperatura mínima não pode ser inferior a 10°C (50F ). Para as Competições Mundiais e Oficiais FIVB,
a temperatura máxima não pode exceder 25°C (77°F ) e a mínima não pode ser inferior a 16°C (61°F ).
ALTURA DA REDE
2.1.1 Colocada verticalmente sobre
a linha central instala-se a rede cuja parte superior é ajustada a 2,43m para os homens e 2,24m para as
mulheres.
As antenas são consideradas como
parte da rede e delimitam lateralmente o espaço de cruzamento.
Os postes que sustentam a rede são
colocados a uma distância externa de 0,5m a 1m de cada linha lateral. Eles tem
2,55m.
EQUIPES
4.1 COMPOSIÇÃO
A equipe é constituída de até 12
jogadores, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico e um
médico.
Somente os jogadores registrados
na súmula podem entrar na quadra e participar da partida.
UNIFORME
O uniforme dos jogadores consiste em camiseta, calção, meias (o uniforme) e calçado esportivo.
4.3.1 A cor e o feitio das
camisetas, calções e meias devem ser iguais para a equipe (exceto para o Líbero).
As camisetas dos jogadores devem
estar numeradas de 1 até 18.
O capitão da equipe deve ter na
sua camiseta uma fita de 8 x 2cm sublinhando o número, no peito.
Os jogadores podem usar óculos,
por sua própria conta e risco.
Ambos o capitão da equipe e o
técnico são responsáveis pela conduta e disciplina dos membros de sua equipe.
Os Líberos não podem ser os capitães da equipe.
6.1 PARA MARCAR UM PONTO
6.1.1 Ponto
Uma equipe marca um ponto:
6.1.1.1 quando é bem sucedida em fazer a bola tocar a
quadra adversária;
6.1.1.2 quando a equipe adversária comete uma falta;
6.1.1.3 quando a equipe adversária recebe uma
penalidade.
Falta
Uma equipe comete uma falta ao fazer
uma ação contrária às regras (ou às violando de outra maneira). Os árbitros
julgam as faltas e determinam as penalidades de acordo com as regras.
6.1.2.1 Se duas ou mais faltas são
cometidas sucessivamente, somente a primeira é contada.
6.1.2.2 Se duas ou mais faltas são
cometidas por adversários, simultaneamente, uma FALTA DUPLA é marcada e o
“rally” repetido.
Rally e rally completo
Um “rally” é a seqüência de ações de jogo desde o momento do golpe do
saque pelo sacador até a bola estar fora de jogo. Um
rally completo é a seqüência de ações de jogo, que resultam num ponto.
Um set (exceto o decisivo, 5º set)
é vencido pela equipe que primeiro marcar 25
pontos com uma diferença mínima de 2
pontos. Em caso de empate
em 24 x 24, o jogo continua até
que uma diferença de dois pontos seja atingida (26 x 24, 27 x 25; ...)
A partida é vencida pela equipe que vencer três sets.
Em caso de empate em 2 x 2 em sets, o set decisivo (5º) é jogado até 15 pontos com uma diferença
mínima de dois pontos.
Se uma equipe recusar-se a jogar, após ser intimada, ela é declarada
ausente e perde a partida com o resultado 0 x 3 para a partida e 0 x 25 para
cada set
FORMAÇÃO DAS EQUIPES
Deve sempre haver seis jogadores
em jogo por equipe.
A formação inicial da equipe indica a ordem de rotação dos jogadores na
quadra. Esta ordem deve ser mantida durante todo o set.
A posição dos jogadores é numerada
como segue:
três jogadores junto à rede são os
jogadores da linha de frente e ocupam as
posições 4(frente-esquerda), 3(frente-centro) e 2(frente-direita).
Os outros três são os jogadores da
linha de trás ocupando as posições 5(atrás-esquerda), 6(atrás-centro) e
1(atrás-direita).
Uma falta de posição leva às
seguintes conseqüências:
7.5.4.1 a equipe é punida com um
ponto e saque para o adversário;
Quando a equipe receptora ganha o
direito de sacar, seus jogadores rotam uma posição no sentido dos ponteiros do
relógio: jogador na posição 2 rota para a posição 1 para sacar, jogador da 1
rota para a 6, etc.
Falta na rotação:
- a equipe é punida com um ponto e
saque para o adversário;
- a ordem de rotação do jogadores
é retificada.
BOLA "DENTRO"
A bola é "dentro" quando toca o piso da
quadra, incluindo as linhas de delimitação.
BOLA "FORA"
a parte da bola que toca o solo
está totalmente fora das linhas de delimitação; toca um objeto fora da quadra,
o teto ou uma pessoa fora do jogo; toca as antenas, cabos de fixação, postes ou
a própria rede fora das antenas/faixas laterais; cruza o plano vertical da
rede, total ou parcialmente fora do espaço de cruzamento; cruza completamente o
espaço inferior sob a rede.
Um toque é qualquer contato com a bola por um jogador em jogo. A equipe tem direito
a um máximo de três toques (além do bloqueio). Se mais forem usados, a equipe
comete a falta de: “QUATRO TOQUES”.Um jogador não pode tocar a bola duas vezes
consecutivamente
Dentro da área de jogo não é
permitido a um jogador apoiar-se em um jogador de sua equipe ou qualquer
estrutura/objeto para golpear a bola.
A bola pode ser tocada com
qualquer parte do corpo. A bola pode tocar várias partes do corpo,
contanto que estes contatos ocorram simultaneamente.
Exceções:
9.2.3.1 no bloqueio, contatos consecutivos podem
ocorrer entre um ou mais jogadores, desde que estes contatos ocorram durante a
mesma ação;
9.2.3.2 no primeiro toque da
equipe, a bola pode tocar várias partes do corpo consecutivamente, contanto que
os contatos ocorram durante a mesma ação
Se a bola rasga as malhas da rede
ou a derruba, o "rally" é
anulado e repetido.
É permitido tocar a quadra
adversária com qualquer parte do corpo acima dos pés, desde que isto não
interfira no jogo do adversário.
O contato de um jogador com a rede não é falta, a não ser quando interfere na jogada.
Quando a bola é dirigida para a rede e causa um contato da rede com um
adversário, não há falta.
Os jogadores da equipe sacadora não podem impedir os adversários,
através de barreira individual ou coletiva, de verem o sacador ou a
trajetória aérea da bola.
Todas as ações que enviem a bola
para o adversário, exceto o saque e o bloqueio, são consideradas como golpes de ataque.
Um jogador de trás pode completar
um ataque a qualquer altura atrás da zona de frente
Um jogador de trás também pode
completar um golpe de ataque na zona de frente se, no momento do contato, parte
da bola está abaixo do topo da rede.
Nenhum jogador pode completar um
golpe de ataque ao saque adversário, quando a bola está na zona de frente e
completamente acima do bordo superior da rede. (não pode atacar ou bloquear o saque adversário)
Somente aos jogadores da linha de frente é permitido completar um bloqueio,
mas no momento do contato com a bola, parte do corpo deve estar mais alta do
que o topo da rede.
Uma interrupção é o tempo entre um
rally completo e o apito do 1º árbitro para o próximo saque.
Cada equipe tem direito ao máximo de dois "tempos" e seis
substituições em cada set.
Um jogador EXPULSO ou DESQUALIFICADO, deve ser substituído
através de uma substituição legal. Se isto não for possível, a equipe é declarada INCOMPLETA
O Líbero não pode ser nem o capitão da equipe nem o capitão em jogo ao
mesmo tempo em que desempenha a função de Líbero.
Os jogadores Líberos devem usar um uniforme (ou jaleco/peitilho
para o Líbero re-designado) cujas
camisetas, no mínimo, devem contrastar na cor com os demais membros da equipe.
O uniforme do Líbero pode ter um feitio diferente, mas deve estar numerado como
os demais membros da equipe.
Ele está restrito a atuar como um jogador na linha de trás e não está
autorizado a completar um golpe de ataque de qualquer lugar.
Ele não pode sacar, bloquear ou tentar bloquear.
CARTÕES DE PUNIÇÕES
Advertência: verbal ou sinal manual, sem cartão
Penalidade: cartão amarelo
Expulsão: cartão vermelho
Desqualificação: cartões amarelo
e vermelho (juntos)
A equipe de arbitragem para uma
partida é composta dos seguintes
árbitros:
- o primeiro árbitro
- o segundo árbitro
- o apontador
- quatro(dois) juízes de linha
Somente o 1º e o 2º árbitros podem
apitar durante a partida:
1º arbitro decide sobre:
a) as faltas do sacador e de posição da equipe sacadora, inclusive
barreira;
b) as faltas no toque da bola;
c) as faltas no bordo superior e acima da
rede;
d) as faltas no ataque do Líbero e
dos jogadores da linha da trás;
e) um ataque completo feito por um jogador a
uma bola acima da altura
da rede proveniente de um passe de
voleio (toque) de um Líbero que está na
zona de frente dele/dela.
f) a bola cruzando completamente o espaço
inferior sob a rede.
g) o bloqueio completo de um jogador de trás ou a tentativa de bloqueio
do Líbero.
Durante o jogo, o segundo árbitro decide, apita e
sinaliza:
- penetração na quadra do
adversário e o espaço sob a rede; faltas de posição da equipe receptora;
-
o contato faltoso do jogador com a rede em sua parte inferior e com a
antena do seu lado da quadra;
- o bloqueio completo dos jogadores da linha de trás ou uma tentativa
de bloqueio do Líbero; ou o ataque faltoso dos jogadores de trás ou do Líbero
- o contato da bola com um objeto
fora do jogo.
- o contato da bola com o solo,
quando o primeiro árbitro não está em posição de ver o contato.
- a bola que cruza a rede total ou
parcialmente por fora do espaço de
cruzamento para a quadra adversária ou toca a antena do seu lado.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Fundamentos técnicos do Vôleibol
Fundamentos
técnicos do Vôleibol
Um time que
deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis
habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica
"fundamentos". Elas são: saque, passe, levantamento, ataque, bloqueio
e defesa. A cada um destes fundamentos compreende um certo número de
habilidades e técnicas que foram introduzidas ao longo da história do voleibol
e são hoje consideradas prática comum no esporte.
Saque ou
serviço
O saque
ou serviço marca o início de uma disputa de pontos no voleibol. Um
jogador posta-se atrás da linha de fundo de sua quadra, estende o braço e
acerta a bola, de forma a fazê-la atravessar o espaço aéreo acima da rede delimitado pelas antenas e aterrissar
na quadra adversária. Seu principal objetivo consiste em dificultar a recepção
de seu oponente controlando a aceleração e a trajetória da bola.
Existe a
denominada área de saque, que é constituída por duas pequenas linhas nas
laterais da quadra, o jogador não pode sacar de fora desse limite.
Um saque que a
bola aterrissa diretamente sobre a quadra do adversário sem ser tocada pelo
adversário - é denominado em voleibol "ace", assim como em outros
esportes tais como o tênis.
No voleibol
contemporâneo, foram desenvolvidos muitos tipos diferentes de saques:
- Saque por baixo ou por cima: indica a
forma como o saque é realizado, ou seja, se o jogador acerta a bola por
baixo, no nível da cintura, ou primeiro lança-a no ar para depois
acertá-la acima do nível do ombro. A recepção do saque por baixo é
usualmente considerada muito fácil, e por esta razão esta técnica não é
mais utilizada em competições de alto nível.
- Jornada nas estrelas: um tipo
específico de saque por baixo, em que a bola é acertada de forma a atingir
grandes alturas (em torno 25 metros). O aumento no raio da parábola descrito
pela trajetória faz com que a bola desça quase em linha reta, e em
velocidades da ordem de 70 km/h. Popularizado na década de 1980 pela
equipe brasileira, especialmente pelo ex-jogador Bernard Rajzman, ele hoje
é considerado ultrapassado, e já não é mais empregado em competições
internacionais.
- Saque com efeito:
denominado em inglês "spin serve", trata-se de um saque em que a
bola ganha velocidade ao longo da trajetória, ao invés de perdê-la, graças
a um efeito produzido dobrando-se o pulso no momento do contato.
- Saque flutuante ou saque
sem peso: saque em que a bola é tocada apenas de leve no momento de
contato, o que faz com que ela perca velocidade repentinamente e sua
trajetória se torne imprevisível.
- Viagem ao fundo do mar: saque em
que o jogador lança a bola, faz a aproximação em passadas como no momento
do ataque, e acerta-a com força em direção à quadra adversária. Supõe-se
que este saque já existisse desde a década de 1960, e tenha
chegado ao Brasil pelas mãos do jogador Feitosa. De todo modo, ele só
se tornou popular a partir da segunda metade dos anos 1980.
- Saque oriental: o
jogador posta-se na linha de fundo de perfil para a quadra, lança a bola
no ar e acerta-a com um movimento circular do braço oposto. O nome deste
saque provém do fato de que seu uso contemporâneo restringe-se a algumas
equipes de voleibol feminino da Ásia.
Passe
Passe realizado com manchete.
Também chamado recepção,
o passe é o primeiro contato com a bola por parte do time que não está sacando
e consiste, em última análise, em tentativa de evitar que a bola toque a sua
quadra, o que permitiria que o adversário marcasse um ponto. Além disso, o
principal objetivo deste fundamento é controlar a bola de forma a fazê-la
chegar rapidamente e em boas condições nas mãos do levantador, para que este
seja capaz de preparar uma jogada ofensiva.
O fundamento
passe envolve basicamente duas técnicas específicas: a "manchete", em
que o jogador empurra a bola com a parte interna dos braços esticados,
usualmente com as pernas flexionadas e abaixo da linha da cintura; e o
"toque", em que a bola é manipulada com as pontas dos dedos acima da
cabeça.
Quando, por uma
falha de passe, a bola não permanece na quadra do jogador que está na recepção,
mas atravessa por cima da rede em direção à quadra da equipe adversária, diz-se
que esta pessoa recebeu uma "bola de graça".
Manchete
É uma técnica
de recepção realizada com as mãos unidas e os braços um pouco separados e
estendidos, o movimento da manchete tem início nas pernas e é realizado de
baixo para cima numa posição mais ou menos cômoda, é importante que a perna
seja flexionada na hora do movimento, garantindo maior precisão e comodidade no
movimento. Ela é usada em bolas que vem em baixa altura, e que não tem chance
de ser devolvida com o toque.
É considerada
um dos fundamentos da defesa, sendo o tipo de defesa do saque e de cortadas
mais usado no jogo de voleibol. É uma das técnicas essenciais para o líbero mas
também é empregada por alguns levantadores para uma melhor colocação da bola
para o atacante.
Levantamento
O levantamento
é normalmente o segundo contato de um time com a bola. Seu principal objetivo
consiste em posicioná-la de forma a permitir uma ação ofensiva por parte da
equipe, ou seja, um ataque.
A exemplo do
passe, pode-se distinguir o levantamento pela forma como o jogador executa o
movimento, ou seja, como "levantamento de toque" e "levantamento
de manchete". Como o primeiro usualmente permite um controle maior, o
segundo só é utilizado quando o passe está tão baixo que não permite manipular
a bola com as pontas dos dedos, ou no voleibol de praia, em que as
regras são mais restritas no que diz respeito à infração de
"carregar".
Também
costuma-se utilizar o termo "levantamento de costas", em referência à
situação em que a bola é lançada na direção oposta àquela para a qual o levantador
está olhando.
Quando o
jogador não levanta a bola para ser atacada por um de seus companheiros de
equipe, mas decide lançá-la diretamente em direção à quadra adversária numa
tentativa de conquistar o ponto rapidamente, diz-se que esta é uma "bola
de segunda".
Ataque
O ataque é, em
geral, o terceiro contato de um time com a bola. O objetivo deste fundamento é
fazer a bola aterrissar na quadra adversária, conquistando deste modo o ponto
em disputa. Para realizar o ataque, o jogador dá uma série de passos contados
("passada"), salta e então projeta seu corpo para a frente,
transferindo deste modo seu peso para a bola no momento do contato.
O voleibol
contemporâneo envolve diversas técnicas individuais de ataque:
- Ataque do fundo: ataque
realizado por um jogador que não se encontra na rede, ou seja, por um
jogador que não ocupa as posições 2-4. O atacante não pode pisar na linha
de três metros ou na parte frontal da quadra antes de tocar a bola, embora
seja permitido que ele aterrisse nesta área após o ataque.
- Diagonal ou Paralela: indica a
direção da trajetória da bola no ataque, em relação às linhas laterais da
quadra. Uma diagonal de ângulo bastante pronunciado, com a bola
aterrissando na zona frontal da quadra adversária, é denominada
"diagonal curta".
- Cortada ou Remate: refere-se a um
ataque em que a bola é acertada com força, com o objetivo de fazê-la
aterrissar o mais rápido possível na quadra adversária. Uma cortada pode
atingir velocidades de aproximadamente 200 km/h.
- Largada: refere-se a um ataque em que
jogador não acerta a bola com força, mas antes toca-a levemente,
procurando direcioná-la para uma região da quadra adversária que não
esteja bem coberta pela defesa.
- Explorar o bloqueio:
refere-se a um ataque em que o jogador não pretende fazer a bola tocar a
quadra adversária, mas antes atingir com ela o bloqueio oponente de modo a
que ela, posteriormente, aterisse em uma área fora de jogo.
- Ataque sem força: o
jogador acerta a bola mas reduz a força e conseqüentemente sua aceleração,
numa tentativa de confundir a defesa adversária.
- Bola de xeque:
refere-se à cortada realizada por um dos jogadores que está na rede quando
a equipe recebe uma "bola de graça" (ver passe, acima).
Bloqueio
O bloqueio
refere-se às ações executadas pelos jogadores que ocupam a parte frontal da
quadra (posições 2-3-4) e que têm por objetivo impedir ou dificultar o ataque
da equipe adversária. Elas consistem, em geral, em estender os braços acima do
nível da rede com o propósito de interceptar a trajetória ou diminuir a
velocidade de uma bola que foi cortada pelo oponente.
Denomina-se
"bloqueio ofensivo" à situação em que os jogadores têm por objetivo
interceptar completamente o ataque, fazendo a bola permanecer na quadra
adversária. Para isto, é necessário saltar, estender os braços para dentro do
espaço aéreo acima da quadra adversária e manter as mãos viradas em torno de
45-60° em direção ao punho. Um bloqueio ofensivo especialmente bem executado,
em que bola é direcionada diretamente para baixo em uma trajetória praticamente
ortogonal em relação ao solo, é denominado "toco".
Um bloqueio é
chamado, entretanto, "defensivo" se tem por objetivo apenas tocar a
bola e deste modo diminuir a sua velocidade, de modo a que ela possa ser melhor
defendida pelos jogadores que se situam no fundo da quadra. Para a execução do
bloqueio defensivo, o jogador reduz o ângulo de penetração dos braços na quadra
adversária, e procura manter as palmas das mãos voltadas em direção à sua
própria quadra.
O bloqueio
também é classificado, de acordo com o número de jogadores envolvidos, em
"simples", "duplo" e "triplo".
Defesa
A defesa
consiste em um conjunto de técnicas que têm por objetivo evitar que a bola
toque a quadra após o ataque adversário. Além da manchete e do toque, já
discutidos nas seções relacionadas ao passe e ao levantamento, algumas das
ações específicas que se aplicam a este fundamento são:
- Peixinho: o jogador atira-se no ar, como
se estivesse mergulhando, para interceptar uma bola, e termina o movimento
sob o próprio abdômen.
- Rolamento: o jogador rola lateralmente
sobre o próprio corpo após ter feito contato com a bola. Esta técnica é
utilizada, especialmente, para minimizar a possibilidade de contusões após
a queda que é resultado da força com que uma bola fora cortada pelo
adversário.
- Martelo: o jogador acerta a bola com as
duas mãos fechadas sobre si mesmas, como numa oração. Esta técnica é
empregada, especialmente, para interceptar a trajetória de bolas que se
encontram a uma altura que não permite o emprego da manchete, mas para as
quais o uso do toque não é adequado, pois a velocidade é grande demais
para a correta manipulação com as pontas dos dedos.
FONTE: WIKIPEDIA.com 25 de abril de 2011.
Assinar:
Postagens (Atom)
Atividades EMPIR na Nuvem
Olá alunos da EMPIR, segue abaixo o link das atividades que fizemos em sala de aula. Basta acessar o link abaixo e procurar a atividade que...
-
Atividades sobre Jogo, Brinquedo e Brincadeiras para 1a fase do Ensino Fundamental
-
Ja ouviu falar do Tchoukball? É uma esporte muuuuito interessante. Tive a oportunidade de conhecer e praticar em uma capacitação que fiz ...





